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In Notícias on 11 de abril de 2013 at 18:37

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Projeto luminotécnico = COZINHA

In Efeitos de iluminação, Informções técnicas on 30 de dezembro de 2012 at 23:57

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Para iniciar um projeto luminoténcico para o ambiente da cozinha, o primeiro passo é analisar o layout do mobiliário, aberturas como portas e janelas, pé direito e tipo de forro (gesso, laje, madeira, inclinado ou reto). Outro elemento importante é cor de acabamento, tanto para as paredes quanto para o mobiliário. E muito cuidado para analisar quem é o usuário do ambiente para compreender a quantidade de luz, efeitos e design.

A cozinha merece um cuidado especial na quantidade luz e principalmente a temperatura de cor da luz. Há quem goste de ambiente mais cênico como há pessoas que preferem o máximo de iluminação possível. Mas vou tratar o assunto de forma mais diversificada, e a partir dessas informações você tem a liberdade de “brincar” com o seu projeto.

A quantidade de lux necessária para uma cozinha é de no mínimo 300 lux. Com 300 lux o projeto contém um bom resultado de lumens. Porém analisando os fatores que comentamos acima então pode haver a necessidade de aumentar o fator do lux. Muitos livros e sites específicos de iluminação ainda batem na mesma tecla da luz branca para a cozinha. Mas considero que a luz amarela sempre será a mais confortável. Como já comentamos aqui no blog, a luz amarela é a que mais se aproxima da luz solar, ou seja, a temperatura de cor real. Assim, os alimentos também não perdem a cor natural, não será um verde do brócolis meio pálido e nem um molho vermelho confundido com molho pardo.

Como iluminação geral dê preferência sempre para as lâmpadas fluorescentes compactas ou tubulares com 2700k, pois estas contém uma vida útil maior, favorecendo o mínimo de manutenção e para os demais pontos você tem a liberdade de trabalhar outras lâmpadas como as halógenas. Se forem usar dicróica não esqueçam das Energy Saver  e os LEDs com alto fatos de potência. Veja nas imagens abaixo algumas soluções de iluminação geral:

cozinha.24Nesta cozinha foi utilizado apenas pontos de luz, cada um focando uma área específica como a ilha e a circulação geral. Para a bancada de trabalho todas as prateleiras são iluminadas para baixo, assim minimiza a área de sombra para quem usará a bancada.

cozinha.27Neste projeto contempla luz natural com uma abertura zenital e diversos pontos de luz distribuindo uma luz mais homogênea.

cozinha.31Nesta cozinha acima o ambiente tem um contorno de luz indireta distribuindo a iluminação geral, e na parte central para iluminar a ilha, uma fila de spots embutidos.

cozinha.22Nesta cozinha minimalista os detalhes seguem a mesma linha sem perder a função específica. Observe que para a ilha de trabalho tem uma espécie de “calha” onde distribui a iluminação geral com fluorescentes e um sistema mix com lâmpadas direcionáveis. Em frente ao armário há uma outra fila de spots que favorecem a visualização interna dos armários. E para a área de cocção há um detalhe de gesso com iluminação indireta e lava a parede de luz.

cozinha.20O teto desta cozinha há uma curvatura e a iluminação foi proposta com um sistema pendente linear com luz indireta, direta e pontual. Um direcionado para a ilha e outro para a circulação.

cozinha.17Para este projeto minimalista foi proposto embutidos direcionáveis com as luminárias sem moldura. Pela distribuição das luminárias essa cozinha ficará com um ar mais cênico.

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cozinha.34A bancada da cuba é importantíssimo ter uma boa iluminação, tanto natural com boas aberturas de janelas e claro a artificial para o uso noturno. Vejas as imagens abaixo:

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cozinha.05Gosto muito dessas duas imagens acima com a importância que se dá para a iluminação natural na área da bancada. Nesta última imagem acima o que acrescentaria como solução seriam spots embutidos no próprio armário superior, para não causar sombras quando esta área for usada no período noturno.

cozinha.25Confesso uma queda por essa imagem acima, ela tem um mix de minimalismo, rústico e alternativo. Essa idéia de iluminar a bancada com a barra e fios enrolados com lâmpadas incandescentes de diversas formas criou uma atmosfera muito arrojada e interessante. É uma ótima solução para quem tem o teto com laje e as dificuldades de distribuir os pontos de luz.

cozinha.26---250Ilhas ou penínsulas com bancadas de lanches também merecem uma dedicação especial, que podem ser solucionados com spots, embutidos ou mesmo os charmosos pendentes.Muitos projetos a copa é integrada a cozinha, e neste caso temos que projetar com a mesma linguagem, com pendentes ou pontos focais.

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cozinha.23A solução desse projeto acima é simples e funcional. Um trilho com spots na área de circulação como luz geral. Diversos spots nos armários e nas prateleiras iluminando a bancada de trabalho e um pendente na mesa de refeição.

cozinha.14Pé-direito duplo geralmente dificulta a solução para um projeto luminotécnico. Um grande cuidado para não “pontilhar” o teto com spots e se parecer como uma loja. No mercado temos luminárias como calhas contínuas ou embutidos com 4 lâmpadas em uma única moldura, assim tem-se a possibilidade de direcionar as lâmpadas e criar um aspecto mais limpo no teto.

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cozinha.21Para quem curte um estilo mais despojado, sem muita regra e que o design seja expressivo, escolhi algumas imagens para o inspirar.

cozinha.12Neste projeto acima não há nenhuma luminária no teto. Apenas arandelas mais rústicas e luminária de leitura direcionável na bancada.

cozinha.06Neste projeto acima o pé-direito é alto e a solução foi realizada com arandelas articuláveis. 

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Na imagem acima bem provável que o forro não permitiria distribuir vários pontos de luz. Para tanto a solução foi encontrada com pendentes e detalhe: eles são diferentes entre si. Mas no final há uma harmonia em geral com as luminárias diferentes e todo o mobiliário.

cozinha.38Para os que curtem uma atmosfera mais cênica, esse ambiente acima é inspirador. Os pendentes no estilo “faça você mesmo” e o forro com madeira e produz uma iluminação indireta.

cozinha.33Nesta cozinha acima ficou charmosa e romântica a solução com os pendentes e a moldura de forma simétrica acima da bancada de trabalho.

cozinha.15E as famosas arandelas Tolomeo deram o ar da graça neste projeto, de forma simétrica e funcional, direcionando na bancada e prateleiras das louças.

cozinha.37-250Nas imagens a seguir as selecionei pela luz natural integrada ao ambiente, com teto e parede de vidro, grandes aberturas e integração com o jardim.

cozinha.16Uma cozinha vintage e saudavelmente iluminada pela natureza. Para compor todo o estilo clássico foi proposto um lustre central e spots direcionados de forma estratégica para iluminar bancadas e circulação geral.

cozinha.03Quase que não precisa nem legenda para esse projeto não é mesmo? Iluminação funcional e direcional na área com forro de gesso, iluminação cênica com as arandelas lavando de luz a parede de tijolo aparente e uma brilhante luz natural com o teto de vidro.

cozinha.13E finalizo com mais nem menos que uma cozinha no meio no nada e cheiro de terra molhada. Quem não gostaria de cozinhar nesta ambiente acolhedor? Como iluminação natural essa cozinha é um sonho de consumo. A iluminação artificial é necessário um pouco mais de cuidado no cálculo para poder distribuir de forma homogênea. A metade do ambiente tem forro e é distribuido pontos de luz assim como os pendentes. Para a área de vidro tem possibilidade de instalar trilhos com spots ou mesmo as luminárias de mesa articuladas.

Fontes das imagens site: Pinterest.

Projeto luminotécnico = QUARTO

In Efeitos de iluminação, Projeto luminotécnico on 27 de outubro de 2012 at 18:30

Fonte da imagem site: La Lampe. 

No ambiente do quarto há toda uma atmosfera especial para iluminar, pois esse ambiente tem que ser devidamente iluminado de forma aconchegante. Cada projeto terá uma dimensão, layout, cores e aberturas diferentes, mas as “regrinhas” básicas do projeto valem para todos. Você só terá de analisar com cuidado cada detalhe. O primeiro passo do projeto é setorizar as seções do projeto, por exemplo: área da cama/cabeceira, TV, bancada para maquiagem, bancada de estudo ou apoio para computador e armário. Pois cada um terá uma iluminação diferente. Posteriormente partimos para a setorização da iluminação como: iluminação geral, iluminação pontual, balizadora e dimerizável. 

CABECEIRA DE CAMA

Na cabeceira de cama podemos usar abajur, luminária de leitura, pendente, arandela ou painel com iluminação indireta que pode-se usar lâmpadas fluorescente, mangueira luminosa ou LED. Mas para todo projeto é importante analisar quem vai usar o espaço e quais são os hábitos dessa pessoa, se a mesma tem em sua rotina a leitura antes de adormecer, com certeza no projeto tem que prever luminária específica para a leitura.

Fonte da imagem site: Minha casa minha cara.

Fonte da imagem site: Belos Quartos

Fonte da imagem site: Belos quartos.

Fonte da imagem site: Casa Abril.

Fonte da imagem site: Wood second chance.

CORTINEIRO

Se no ambiente a ser projetado terá o gesso como fechamento do forro, tem-se a possibilidade de fazer o efeito que chamamos de cortineiro iluminado, como na imagem abaixo. Esse efeito é de luz indireta e pode-se usar fluorescente tubular, mangueira luminosa, fita de LED ou até mesmo as mini dicróicas. Estas farão um efeito diferente, pois como você na imagem é uma iluminação contínua, e com as mini dicróicas você terá o desenho de vários facho de luz, as ogivas.

ARMÁRIO

Nem sempre em todos os projetos haverá possibilidade de ter um closet separado, para tanto o armário fica no mesmo ambiente do quarto. É muito importante e delicado iluminar essa área. Sempre temos que lembrar quando vamos em uma loja de roupas, as mesmas estão sempre recebendo uma iluminação direcionada para elas, e sempre amarela, que é a iluminação mais próxima da luz solar. Pode-se usar um rasgo de luz contínuo em toda a extensão do armário como na imagem abaixo, embutidos com lâmpadas fluoresentes amarelas, LED ou embutido dicróica energy saver com filtro fosco.

Fonte da imagem site: Roberto Rocha.

Fonte da imagem site: Belos quartos.

Fonte da imagem site: Segatto.

BALIZADOR

O balizador é uma luminária importante para a circulação noturna quando não se quer ascender várias luzes e despertar o sono. Os balizadores também podem ser dimerizáveis, mas sempre dê a preferência para as luminárias com LED, que não emitem calor e consomem pouca energia, caso a mesma ficar ligada a noite inteira.

Fonte da imagem site: Bellaluce.

LUZ GERAL com lustre

Os famosos e charmosos lustre sempre darão um grande charme para qualquer ambiente. Para tanto, com é uma peça de destaque, é preciso escolher com muito cuidado, para que faça uma composição harmoniosa no ambiente e que seja com o tamanho proporcional ao espaço. Geralmente os lustres usam lâmpadas halógenas, com isso, pode-se usar um dimmer complementando o aconchego do ambiente.

Essa imagem acima tem um mix de luminárias decorativas como o lustre central, o pendente na lateral direita e uma outra luminária na lateral esquerda. Essa é uma solução interessante quando no ambiente o forro é com laje e as possibilidades de diversas fonte de luz é limitada.

LUZ GERAL com luz indireta

A iluminação indireta é a mais requisitada para o centro do quarto, principalmente porque a luz como o próprio nome diz, é indireta, sendo indireta ela também não irá ofuscar os olhos de quem estiver deitado na cama. Também pode-se usar o recurso do dimmer. A luz indireta pode ser proporcionada por uma luminária específica ou por meio de sancas e rasgos no gesso.

Fonte da imagem site: Você viu?

Fonte da imagem site: Blog Delumini

Fonte da imagem site: Arquitetando.

LUZ GERAL com luz difusa

Fonte da imagem site: Assim eu gosto.

Fonte da imagem site: Latest Furniture Trends

LUZ GERAL com iluminação natural

A iluminação natural é fundamental, mas essa tem que nascer junto com a arquitetura. Tem que ser muito bem projetada conforme a visual externa e a direção solar para melhor aproveitamento. A luz natural pode ser bem aproveitada com as aberturas das janelas ou com iluminação zenital.

Fonte das demais imagens site: Pinterest.

Fonte das demais imagens site: Assim eu gosto.

Projeto luminotécnico = SALA DE BANHO

In Informções técnicas, Projeto luminotécnico on 23 de outubro de 2012 at 0:10

Fonte da imagem site: Pinterest

O tema de hoje é: Projeto luminotécnico para sala de banho. Para obter um bom resultado num projeto luminotécnico na sala de banho, como já sabemos, primeiro chamamos um profissional da área para projetar e especificar. Nada de se aventurar sozinho no faça você mesmo.

Antes de começar o projeto precisamos analisar vários fatores como, o tamanho do ambiente, altura do pé direito, tipo de forro (madeira, gesso, laje ou estrutura aparente), teto inclinado ou reto, que tipo de revestimento será usado nas paredes, aberturas de janelas e principalmente cor. Cor dos revestimentos, cor das paredes, pisos e louças. Pois cores claras refletem e cores escuras absorvem a luz. Então já sabendo das cores você saberá como calcular a quantidade lúmens necessário.

Abaixo segue um croqui com uma planta baixa de um ambiente genérico apenas como exemplo, com um esquema básico para iniciar o projeto. Após o cálculo luminotécnico, a dica é “setorizar”as funções da sala de banho, como: área de bancada e espelho, área de banho (ducha e banheira) área do vaso sanitário, iluminação geral e de repente alguma parede com algum revestimento diferente que peça um destaque específico.

Fonte da imagem: Projeto Luminotécnico por Juliana Visinheski

Neste exemplo acima citei lâmpadas dicróica na área da bancada, mas tome muito cuidado ao colocar dicróica, o mais indicado é a dicróica Energy Saver da Osram, 35W – 60 graus de abertura – e principalmente com filtro fosco para deixar a luz difusa. Mas você pode usar outras soluções como arandelas, pendentes, embutidos com lâmpadas fluorescente 2700K ou com LED. Como iluminação geral/vaso sanitário, pode-se usar PAR 20, R63 ou outra opção como halógena ou as fluorescentes compactas. Para tanto, uma dica muito importante. As lâmpadas fluorescente compactas foram criadas para economizar energia, até ai ok, mas no banheiro ligamos e desligamos muitas vezes as luzes. As vezes entramos no banheiro apenas para lavar a mão, é muito rápido. E as lâmpadas fluorescentes precisam de um tempo para abrir todo seu fluxo luminoso, e se você ligar e desligar muitas vezes sem que a mesma tenha exercido toda sua função, ela tem probabilidade de queimar mais rápido. Por isso neste caso recomendo usar as halógenas, mas não é regra. Na área da ducha sugeri uma lâmpada dicróica RGB. Sua função é de cromoterapia. Pois ela muda de cores como magenta, azul, verde, âmbar e entre outras. Assim deixará um ambiente mais  relaxante ou estimulante. Como luz geral na área da ducha sugeri uma sanca divergente com lâmpada fluorescente ou uma fita de LED. A luz indireta na área da banheira é fundamental. Pois se imagine agora tomando um bom banho na banheira, olhar para o teto e ver aqueles focos de luz que ofuscam os olhos, desagradável né? Com a luz indireta não há esse tipo de problema. E se no projeto nessa mesma parede tiver algum revestimento diferente que mereça destaque, ficará um efeito interessante. Pois a sanca divergente “lava”a parede de luz.

Abaixo há uma coleção de imagens de projetos de salas de banhos, cada um com uma especificidade diferente. Diferentes layout, diferentes estilos e diferentes soluções de projeto. Assim ficamos com um repertório para um novo projeto.

ÁREA DA CUBA E ESPELHO

Fonte da imagem site: Pinterest

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ÁREA DA DUCHA/BANHEIRA

Fonte da imagem site: Pinterest

Fonte da imagem site: Pinterest

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Fonte da imagem site: Pinterest

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Fonte da imagem site: Pinterest

Fonte da imagem site: vidros e espelhos.

Fonte da imagem site: Tudo é demais.

Fonte da imagem site: Tudo é demais.

Fonte da imagem site: Pinterest

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Fonte da imagem site: Pinterest

ILUMINAÇÃO GERAL

Fonte da imagem site: Pinterest

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Fonte da imagem site: Assim eu gosto.

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Fonte da imagem site: Morar mais por menos.

Fonte da imagem site: Vidros e espelhos.

Fonte da imagem site: Hezlon.

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Fonte da imagem site: Pinterest

Finalizo o post com essas últimas imagens onde a banheira tem paisagens naturais incríveis e inspiradoras. Com toda certeza no projeto luminotécnico temos que pensar cuidadosamente da luz natural também. Complemento ainda em dizer, que primeiro projeta-se a luz natural e depois a artificial.

BAY WINDOW – Janela saliente

In Iluminação natural on 4 de setembro de 2012 at 17:46

Fonte da imagem site: Pinterest.

Fonte da imagem site: Pinterest.

Fonte da imagem site: Pinterest.

Bay window é uma solução arquitetônica, que traduzindo para o português podemos chamar de janela saliente ou janela sacada. Pois são janelas que se projetam para a área externa como uma sacada. Porém tem o fechamento com vidro, como as janelas comuns, pode ser um pano de vidro ou com esquadrias desenhadas. Essa solução vem associado com a arquitetura vitoriana, e tornou-se mais popular na construção civil por volta de 1870.

Na arquitetura moderna essa solução ainda faz parte do briefing. A bay window (janela saliente) agrega em solucionar iluminação natural para o espaço interno. Nessas áreas de bay window pode-se intalar áreas como: cantinho de leitura, home office, salas de jantar e entre outros.

Na estação de inverno ou nas cidades mais frias, a mesma ajuda a absorver o calor do sol, além de toda iluminação natural.

Abaixo, algumas imagens de ambientes em espaços internos e  de arquitetura para inspirar e ter repertório para os próximos projetos.

Sala de estar:

Fonte da imagem site: Pinterest.

Fonte da imagem site: Pinterest.

Fonte da imagem site: Pinterest.

Fonte da imagem site: Pinterest.

Fonte da imagem site: Pinterest.

Fonte da imagem site: Pinterest.

Fonte da imagem site: Pinterest.

Fonte da imagem site: Pinterest.

Sala de jantar:

Fonte da imagem site: Pinterest.

Fonte da imagem site: Pinterest.

Fonte da imagem site: Pinterest.

Fonte da imagem site: Pinterest.

Fonte da imagem site: Pinterest.

Fonte da imagem site: Pinterest.

Fonte da imagem site: Pinterest.

Fonte da imagem site: Pinterest.

Fonte da imagem site: Pinterest.

Fonte da imagem site: Pinterest.

Fonte da imagem site: Pinterest.

Fonte da imagem site: Pinterest.

Home office:

Fonte da imagem site: Pinterest.

Fonte da imagem site: Pinterest.

Fonte da imagem site: Pinterest.

Cantinho da leitura:

Fonte da imagem site: Pinterest.

Fonte da imagem site: Pinterest.

Fonte da imagem site: Pinterest.

Fonte da imagem site: Pinterest.

Fonte da imagem site: Pinterest.

Fonte da imagem site: Pinterest.

Fonte da imagem site: Pinterest.

Fonte da imagem site: Pinterest.

Fonte da imagem site: Pinterest.

Fonte da imagem site: Pinterest.

Fonte da imagem site: Pinterest.

Fonte da imagem site: Pinterest.

Fonte da imagem site: Pinterest.

Fonte da imagem site: Pinterest.

Fonte da imagem site: Pinterest.

Fonte da imagem site: Pinterest

Fonte da imagem site: Pinterest.

Closet:

Fonte da imagem site: Pinterest.

Fonte da imagem site: Pinterest.

Sala de banho:

Fonte da imagem site: Pinterest.

Fonte da imagem site: Pinterest.

Iluminação Natural é sempre bem vinda!

In Iluminação natural on 19 de março de 2012 at 0:00

Projeto do escritório Central Arquitectura, contempla um belíssimo espaço de integração com o meio externo ao interno, além de um paisagismo acolhedor.

A estrutura da escada é vazadas nas extremidades e permite essa iluminação entre os pavimentos.

Iluminação cênica e pontual, possibilitando um espaço aconchegante e agradável. Podem ser utilizadas lâmpadas AR70, dicróica  e entre outras halógenas, ou mesmo as com LED de 3000k, que são as de tonalidade “amarelada”.

No site que coletei as imagens não contém especificação da iluminação. Mas para se obter esse efeito de iluminação central pode ser com uma clarabóia, para aproveitar a iluminação natural diurna e a noite com lâmpadas fluorescentes que podem ser instaladas de forma indireta. Há uma misturas de lâmpadas frias com lâmpadas quentes, que são as dicróicas, elas tem uma boa reprodução de cor.

Fonte das imagens no site: Archdaily.

Por falar em COBOGÓ…

In Iluminação natural on 4 de julho de 2011 at 11:00

Jardim Helena Maria é uma escola pública em São Paulo, localizado na zona rural de Barueri, uma cidade dentro de São Paulo região metropolitana. Ela oferece ensino fundamental, médio e alto. Com cerca de 525 alunos. Projeto do escritório de arquitetura + k, por Keila Costa.  E podemos ver a aplicação do cobogó, trás segurança por ser uma parede divisora do externo e interno, mas que ao mesmo tempo tem permeabilidade visual, dos ventos e principalmente de luz natural.

Fonte das imagens acima do site: Plataforma Arquitectura.

COBOGÓ

In Iluminação natural on 3 de julho de 2011 at 20:34

Fonte da imagem acima do site: Ecohabitar.

Confesso que eu conheci de verdade e comecei a gostar dos cobogós foi aqui em Brasília. É incrível como os prédios usufruem muito deste recurso, principalmente em áreas comuns de circulação e áreas internas como áreas de serviço. Este elemento favorece muito da dimensão bioclimática, além dos ventos naturais, podemos usufruir de iluminação natural.

Os cobogós podem ser usados em ambientes internos também, como elementos divisores e ao mesmo tempo mantem a permeabilidade visual.

Vejo esse elemento não só como funcional mas também estético, chegando a ser um elemento de design. Selecionei algumas fotos de placas com desenhos diferentes e uso de cores. Outras imagens já com a aplicação do mesmo. Vamos lá:

Fonte da imagem acima do site: Blog de Decoração.

Fonte das imagens acima do site:  Casa Abril.

Fonte da imagem acima do site: São Romão.

Fonte da imagem acima do site: Blog Buji.

Fonte da imagem acima do site: Casa Cor 2010. Arquitetos Domo Arquitetura.

Fonte da imagem acima do site: Casa Abril.  Ambiente da Casa Cor 2008 de Brasília por Domo Arquitetura.

Fonte das imagens acima do site: São Romão.

Fonte da imagem acima do site: DAF.

Fonte da imagem acima do site: I Love Prints.

Fonte da imagem acima do site: DAF.

Fonte da imagem acima do site: De Baixo do Bloco.

Fonte da imagem acima do site: Flickr.

Fonte da imagem acima do site: Tecno Engenharia.

Ficará para um próximo post, um especial sobre aplicação dos cobogós em Brasília.

Uso de Brises

In Iluminação natural on 22 de janeiro de 2011 at 11:43

Iluminação arquitetural, com o bom uso dos brises permite ótima iluminação natural durante o dia. Confira nas fotos a fachada e os ambientes internos.

Casa Balmain por Carter Williamson Arquitetos, em New South Wales, na Austrália

Uso de balizadores no espelho da escada.

Fonte das imagens do site Dezeen.

Integração de luz natural com artificial

In Efeitos de iluminação on 28 de julho de 2010 at 0:08

Projeto arquitetônico do escritório Andrés Remy Arquitectos, a casa Devoto fica na Argentina. Esse projeto tem um bom casamento entre a luz natural e artificial. Com fonte luz difusa e indireta.

Algumas imagens:

Grandes aberturas de portas e janelas. Ao fundo da imagem, no muro próximo da piscina tem instalados up-lights para marcar de luz no muro e realçar a vegetação.

Abertura zenital no canto esquerdo para captação de iluminação natural. O forro é composto por gesso e luminárias embutidas, deixando o teto mais limpo e neutro.

Ao fundo com a parede revestida de pedra, podemos ver que aproveitou-se do gesso para fazer uma sanca invertida e manchar de luz na parede.

Iluminação indireta com sanca invertida.

Balizadores nos degraus da escada.


Fonte das imagens do site Design Milk.