Blog sobre Iluminação, Arquitetura, Design

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Uma ousada casa de campo.

In Projeto luminotécnico on 6 de fevereiro de 2013 at 7:00

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O conceito do designer holandês  Joris van Grinsven  é decorar uma casa sem perder o estilo e a essância da arquitetura presente, seja ela um casarão antigo, um castelo ou um celeiro. As marcas da história continuam ali presente, exalando a magia do passando interagindo com o presente.

“O estilo de vida diária dos meus clientes é o que determina o projeto para suas casas.” 

“Respeito a função original da arquitetura do edifício, é o ponto de partida. Você pode viver fantasticamente em um celeiro, em uma capela, num castelo ou em uma casa. Um celeiro continua a ser um celeiro, uma capela nunca se torna um castelo e uma casa é uma casa. “

“Móveis é um elemento determinante. Uma cama vira um quarto, uma mesa de jantar vira uma sala de jantar e uma bancada de cozinha faz uma cozinha. “

“Em última análise, trata-se de uma combinação de pensamento lógico, conhecimento, honestidade, criatividade e meu compromisso com o cliente.” (Joris van Grinsven)

E agora confiram um dos projetos proposto por Joris. Essa casa de campo toda branquinha que cria um cenário de fundo figura destacando o mobiliário clássico/moderno/arrojado. E observem também como a iluminação foi projetada, ora embutida toda discreta, ora toda se exibindo de luminárias de piso, arandelas e lustres rebuscados.

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cottage_15Fonte das imagens site: Etxekodeco.

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Projeto luminotécnico = ÁREA DE SERVIÇO

In Efeitos de iluminação on 3 de fevereiro de 2013 at 18:05

laundry.21Fonte da imagem site: Ballard Designs

Na área de serviço não preciso nem dizer que a iluminação requer um cuidado especial, principalmente ligado a limpeza, certo?

Para iniciar, a iluminação indicada é trabalhar no mínimo com 300 lux ou mais e temperatura de cor cor 4.000k. Pois aqui exigimos claridade e limpeza.

Bom, além disso fiz uma coletânea de fotos para inspiração na hora do projeto para este ambiente, ligando a funcionalidade com um bom design e asas a imaginação para decorar sem deixar que esse espaço seja todo branco e “sem graça”.

Abaixo algumas fotos com exemplo de luminárias embutidas, direcionadas para as áreas funcionais como maquinários e bancada.

laundry.04Fonte da imagem site: Decorpad.

laundry.01Fonte da imagem site: Sarah.

laundry.03Fonte da imagem site: Decorpad.

laundry.05Fonte da imagem site: Decorista daydreams.

laundry.17Fonte da imagem site: Layout A3

laundry.16Fonte da imagem site: Acervo de Interiores.

laundry.15Fonte da imagem site: Vidrado.

laundry.14Fonte da imagem site: Já para casa.

laundry.13Fonte da imagem site: Casa Abril.

laundry.12Fonte da imagem site: Charleighmims

laundry.10Fonte da imagem site: Pinterest.

Para quem não tem a possibilidade de fazer rebaixo de gesso e o ponto central é a única solução, ai vai algumas idéias de luz central com plafons, pendentes e até mesmo lustre. Que deixaram o ambiente mais descontraído. Neste caso tome muito cuidado com o tipo de lâmpada, mesmo sendo um ponto central, o mesmo tem que corresponder a quantidade de luz necessária.

laundry.06Fonte da imagem site: Apartament Therapy.

laundry.08Fonte da imagem site: Mittlivplandet.

laundry.11Fonte da imagem site: Tip Junkie.

A iluminação natural é fundamental neste ambiente. Tendo possibilidade no projeto, dê preferências a grandes aberturas e qualidade na quantidade luz. Assim também irá garantir um ambiente arejado e saudável.

laundry.09Fonte das imagens sites: Alana Tenório Arquitetura e Home Design Inspiration.

laundry.19Fonte da imagem site: Pinterest.

Estas imagens abaixo considero projetos mais alternativos, em que  a solução foi encontrada com arandelas e deram um charme especial para este ambiente.

laundry.07Fonte da imagem site: Decorpard.

laundry.18Fonte da imagem site: Casa + Decoração ao seu alcance.

E para finalizar, um toque especial com abajur. Ficou um clima vintage e agradável.

laundry.20Fonte da imagem site: Vignette Design.

Projeto luminotécnico = SALA DE BANHO

In Informções técnicas, Projeto luminotécnico on 23 de outubro de 2012 at 0:10

Fonte da imagem site: Pinterest

O tema de hoje é: Projeto luminotécnico para sala de banho. Para obter um bom resultado num projeto luminotécnico na sala de banho, como já sabemos, primeiro chamamos um profissional da área para projetar e especificar. Nada de se aventurar sozinho no faça você mesmo.

Antes de começar o projeto precisamos analisar vários fatores como, o tamanho do ambiente, altura do pé direito, tipo de forro (madeira, gesso, laje ou estrutura aparente), teto inclinado ou reto, que tipo de revestimento será usado nas paredes, aberturas de janelas e principalmente cor. Cor dos revestimentos, cor das paredes, pisos e louças. Pois cores claras refletem e cores escuras absorvem a luz. Então já sabendo das cores você saberá como calcular a quantidade lúmens necessário.

Abaixo segue um croqui com uma planta baixa de um ambiente genérico apenas como exemplo, com um esquema básico para iniciar o projeto. Após o cálculo luminotécnico, a dica é “setorizar”as funções da sala de banho, como: área de bancada e espelho, área de banho (ducha e banheira) área do vaso sanitário, iluminação geral e de repente alguma parede com algum revestimento diferente que peça um destaque específico.

Fonte da imagem: Projeto Luminotécnico por Juliana Visinheski

Neste exemplo acima citei lâmpadas dicróica na área da bancada, mas tome muito cuidado ao colocar dicróica, o mais indicado é a dicróica Energy Saver da Osram, 35W – 60 graus de abertura – e principalmente com filtro fosco para deixar a luz difusa. Mas você pode usar outras soluções como arandelas, pendentes, embutidos com lâmpadas fluorescente 2700K ou com LED. Como iluminação geral/vaso sanitário, pode-se usar PAR 20, R63 ou outra opção como halógena ou as fluorescentes compactas. Para tanto, uma dica muito importante. As lâmpadas fluorescente compactas foram criadas para economizar energia, até ai ok, mas no banheiro ligamos e desligamos muitas vezes as luzes. As vezes entramos no banheiro apenas para lavar a mão, é muito rápido. E as lâmpadas fluorescentes precisam de um tempo para abrir todo seu fluxo luminoso, e se você ligar e desligar muitas vezes sem que a mesma tenha exercido toda sua função, ela tem probabilidade de queimar mais rápido. Por isso neste caso recomendo usar as halógenas, mas não é regra. Na área da ducha sugeri uma lâmpada dicróica RGB. Sua função é de cromoterapia. Pois ela muda de cores como magenta, azul, verde, âmbar e entre outras. Assim deixará um ambiente mais  relaxante ou estimulante. Como luz geral na área da ducha sugeri uma sanca divergente com lâmpada fluorescente ou uma fita de LED. A luz indireta na área da banheira é fundamental. Pois se imagine agora tomando um bom banho na banheira, olhar para o teto e ver aqueles focos de luz que ofuscam os olhos, desagradável né? Com a luz indireta não há esse tipo de problema. E se no projeto nessa mesma parede tiver algum revestimento diferente que mereça destaque, ficará um efeito interessante. Pois a sanca divergente “lava”a parede de luz.

Abaixo há uma coleção de imagens de projetos de salas de banhos, cada um com uma especificidade diferente. Diferentes layout, diferentes estilos e diferentes soluções de projeto. Assim ficamos com um repertório para um novo projeto.

ÁREA DA CUBA E ESPELHO

Fonte da imagem site: Pinterest

Fonte da imagem site: Pinterest

Fonte da imagem site: Pinterest

Fonte da imagem site: Pinterest

Fonte da imagem site: Pinterest

Fonte da imagem site: Pinterest

Fonte da imagem site: Pinterest

Fonte da imagem site: Pinterest

Fonte da imagem site: Pinterest

Fonte da imagem site: Pinterest

Fonte da imagem site: Pinterest

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Fonte da imagem site: Pinterest

Fonte da imagem site: Pinterest

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Fonte da imagem site: Pinterest

Fonte da imagem site: Pinterest

ÁREA DA DUCHA/BANHEIRA

Fonte da imagem site: Pinterest

Fonte da imagem site: Pinterest

Fonte da imagem site: Pinterest

Fonte da imagem site: Pinterest

Fonte da imagem site: Pinterest

Fonte da imagem site: Pinterest

Fonte da imagem site: vidros e espelhos.

Fonte da imagem site: Tudo é demais.

Fonte da imagem site: Tudo é demais.

Fonte da imagem site: Pinterest

Fonte da imagem site: Pinterest

Fonte da imagem site: Pinterest

Fonte da imagem site: Pinterest

Fonte da imagem site: Pinterest

Fonte da imagem site: Pinterest

Fonte da imagem site: Pinterest

Fonte da imagem site: Pinterest

ILUMINAÇÃO GERAL

Fonte da imagem site: Pinterest

Fonte da imagem site: Pinterest

Fonte da imagem site: Pinterest

Fonte da imagem site: Pinterest

Fonte da imagem site: Pinterest

Fonte da imagem site: Pinterest

Fonte da imagem site: Pinterest

Fonte da imagem site: Pinterest

Fonte da imagem site: Pinterest

Fonte da imagem site: Pinterest

Fonte da imagem site: Assim eu gosto.

Fonte da imagem site: Pinterest

Fonte da imagem site: Pinterest

Fonte da imagem site: Pinterest

Fonte da imagem site: Morar mais por menos.

Fonte da imagem site: Vidros e espelhos.

Fonte da imagem site: Hezlon.

Fonte da imagem site: Pinterest

Fonte da imagem site: Pinterest

Fonte da imagem site: Pinterest

Fonte da imagem site: Pinterest

Fonte da imagem site: Pinterest

Fonte da imagem site: Pinterest

Fonte da imagem site: Pinterest

Fonte da imagem site: Pinterest

Fonte da imagem site: Pinterest

Finalizo o post com essas últimas imagens onde a banheira tem paisagens naturais incríveis e inspiradoras. Com toda certeza no projeto luminotécnico temos que pensar cuidadosamente da luz natural também. Complemento ainda em dizer, que primeiro projeta-se a luz natural e depois a artificial.

FORRO DE MADEIRA: como projetar o luminotécnico?

In Efeitos de iluminação on 24 de agosto de 2012 at 16:23

Os projetos luminotécnicos atualmente tem como base uns 80% em que o forro é de gesso. Até pela praticidade de aplicação, mudança de ponto elétrico ou estéticamente mais “limpo”, clean. Então quando surge um projeto em que o forro é de madeira, ou melhor ainda, forro de madeira e inclinado,  ai sim começa o desafio de como solucionar o desenho da luz. Tudo vai depender também em que momento começou a se projetar o luminotécnico, se o projeto já nasce junto com os outros projetos como, hidráulico, estrutura e afins, é mais fácil porque toda a tubulação e fiação será instalada de acordo com o projeto específico. Mas se a casa já estiver pronta e o luminotécnico não foi feito de acordo com o layout do ambiente, como fazer?

Bem, primeiramente calma, e vamos analisar o que temos disponível no mercado para compor esteticamente no projeto. Quem opta por forro de madeira, é porque gosta da sua estética, de deixar a cor da madeira evidente, então as luminárias não poderão ser no acabamento branco, exceto se há alguma composição ou algum desenho que componha, fora isso, com certeza não ficará com um bom resultado. Imagine um forro escuro com as molduras das luminárias no acabamento branco. Imaginou? Então neste caso temos outras opções como o acabamento preto ou marrom (marrom é muito difícil de encontrar um  fornecedor), mas é o mais discreto, se esta for a proposta.

Nas imagens acima são luminárias embutidas para dicróica direcionável, mas encontra-se para todos os tipos de lâmpadas halógenas como: PAR 16, PAR 20, PAR 30, PAR 38, AR 48, 70 e 111 e entre outras.  Uma dica de praticidade em obra se optar por luminárias embutidas é escolher luminárias no formato redondo, ou o furo de encaixe redondo, mesmo que a moldura seja quadrada. O recorte quadrado na madeira exige muita habilidade  e delicadeza na  furarção. Equanto o recorte redondo o instalador pode usar uma serra copo no diâmetro específico.

Em alguns casos que não há possibilidade de fazer furos no forro, pode-se optar pelos spots externos. Mantendo o mesmo detalhe de cor de acabamento sendo preto ou marrom. Ou se for trabalhar com algo mais arrojado, então que a peça demonstre seu ar de design.

Fonte da imagem site: Altena.

Fonte da imagem site: Fabbian.

Ainda na família dos spot, tem a solução com os trilhos. É  uma espécie de calha eletrificada que permite que vários spots percorram a extensão desse trilho. Isso dará mais versatilidade também quando houver alguma mudança na casa, como mudar o layout ou mudar um quadro, é só “correr” o spot no trilho e redirecioná-lo.

Fonte da imagem site: Fabbian.

Para alguns exemplos mais práticos seguem imagens de projetos prontos.

Fonte da imagem site: Plafatorma Arquitectura.

Este é um exemplo em que comentamos acima, onde a moldura da luminária é no acabamento em branco e quadrado. Justificado pelo desenho geométrico que foi realizado no forro que faz composição com o mesmo.

Fonte das imagens site: Fabbian.

Neste projeto acima, foi utilizado luminárias embutidas com o acabamento transparente (cristal), que valoriza o forro de madeira e observa-se somente o ponto de luz.

Fonte das imagens site: Casa e Cia.

Fonte das imagens site: Arco Web.

Este efeito da imagem acima é muito interessante para valorizar o material do forro. Fica mais em evidência. No entanto, não é uma superfície refletora, ele absorve a luz, então deixa o ambiente com efeito de penumbra, que no caso deste projeto, que é um restaurante, a proposta é deixar o ambiente mais intimista.

Fonte das imagens site: Light Design.

As arandelas também são excelentes soluções para um projeto luminotécnico com forro de madeira e inclinado, pois a luz se projeta de forma indireta, valorinado o material. Nesta imagem acima é um quiosque com cobertura de palha, então o efeito de luz indireta o valoriza com mais ênfase.

Fonte da imagem site: Dezeen.

Fonte das imagens site: Dezeen.

Fonte das imagens site: Dezeen.

Embutidos quadrado, com vidro para um efeito de luz difusa com lâmpadas fluorescentes.

Fonte das imagens site: Dezeen.

Fonte da imagem site: Dezeen.

Fonte das imagens site: Luz & Design.

Este projeto da imagem acima é diferente de tudo que já comentamos nesse post. Aqui o forro de madeira torna-se o centro de interesse, pois no gesso foi feito uma sanca de luz indireta, jogando a luz para o revestimento de madeira.

Fonte das imagens site: Daarna Studio.

Tipo de Lâmpada: HALÓGENAS

In Iluminação, Luminária decorativa on 18 de janeiro de 2010 at 13:34

As lâmpadas halógenas vieram para dar mais brilho e teatralidade na iluminação, com ela podemos criar cenários diferentes, de acordo com nosso humor, a decoração e o clima.

Exemplo de ambiente com lâmpadas halógenas. Fonte site Lu Moura.

Lâmpadas halógenas têm o mesmo principio das lâmpadas incandescentes; porém, são mais elaboradas, tem uma luz mais brilhante, eficiência energética, maior vida útil (variando entre 2000 e 4000 horas), menores dimensões e proporcionam vários efeitos de iluminação. Tem o IRC (Índice de Reprodução de Cor) de 100%, significa uma luz mais real, com a luz que obtemos com o sol. Com essa finalidade fica mais fácil identificar as cores reais de quadros, pinturas de paredes, roupas e objetos.
Essas lâmpadas tem maior uso nos embutido para gesso, spots e luminárias de mesa.

Na linha de lâmpadas da OSRAM pode-se agora contar com as lâmpadas Halógenas Energy Saver, que tem por finalidade economizar em até 65% de energia se comparadas às lâmpadas comuns, e mantém o mesmo fluxo luminoso.

Lembram do post anterior sobre incandescentes? Pois ai vai uma novidade.
Com o mesmo formato e encaixe, porém com mais brilho e economia econômica de energia. Tem a mesma cara da incandescente, mas a parte interna é halógena com o sistema Energy saver. Oferecendo economia de até 30% e tem durabilidade de até 2 vezes mais do que as incandescentes comuns e redução da emissão de CO2.

Incandescente comum é 60W de consumo de energia, enquanto a Energy Saver consome apenas 42Watts mas com o mesmo fluxo luminoso. O vidro
do bulbo não escurece ao longo do tempo, permitindo assim uma luz mais brilhante.

Desta forma podemos manter as mesmas luminárias que temos em casa e apenas trocando por um tipo de lâmpada mais ecológica.

Abaixo uma lista de algumas lâmpadas halógenas, sua nomenclatura, potência e finalidade de uso.

DICRÓICA

A lâmpada dicróica é principalmente usada nos projetos de interiores, mas dê preferência sempre para as lâmpadas 12V, ou seja, com uso de transformador. Assim estará garantindo melhor vida útil para seu material elétrico, pois a energia chega primeiramente no transformador e posteriormente na lâmpada. Pois a tensão de rede é sempre instável e sofrer variações. Fique sempre atento também aos graus de abertura das lâmpadas, pois cada uma tem um efeito diferente, algumas das angulações são: 10, 38 e 60 graus. Irá usa-lo de 10graus quando for para marcar uma parede que tenha textura, pedras ou outro tipo de revestimento, ou mesmo em uma parede lisa onde queres apenas marcar com pequeno facho de luz. Mas se for para iluminar quadros,  dê preferência para as de 60graus, elas tem luz de destaque , mas deixa-o de forma mais homogênea, e um detalhe muito importante, use um filtro fosco, para deixar a luz mais “limpa”. O filtro é um disco de vidro redondo, com o mesmo diâmetro da lâmpada dicróica.

Dicróica 51S

Potências  de 20W e 50W, Bases GU5.3 e GU4, vida mediana de 2000 horas e temperatura de cor 3000 K. Tem a versão mini-dicróica também com 20W ou de 35W.

Dicróica Energy Saver

Potência de 35W, base GU5,3, vida mediana de 5000 horas, temperatura de cor: 3000 K e intensidade luminosa constante durante toda a sua vida útil.

A dicróica energy saver é a mais indicada tanto para uso comercial ou residêncial, quando se quer destacar algum objeto, quadro, roupa, etc. Além de economizar  energia ela produz bem menos calor que uma dicróica comum.

Dicróica Titan

Potências: de 20W e 50W, base GU5,3, vida mediana de 4000 horas e temperatura de cor 3000 K.

Exemplo de iluminação com dicróica fazendo o efeito wallwash, isso quando o objetivo é iluminar a parede toda , ou onde se tem quadros, escultura ou mesmo textura. Para um melhor efeito é indicado que os embutidos fiquem 50cm de afastamento em relação à parede, e usar com filtro fosco para minimizar as sombras.

Exemplo de ambiente com iluminação de dicróica, com facho mais aberto direcionando para a escultura. Projeto da arquiteta Suzy Melo.

Efeito de lâmpada mini-dicróica de 10graus. Para este efeito os embutidos devem estar de 10 à 15cm de afastamento em relação à parede. Projeto Luminotécnico da Light Design.

Dicróica ALU

Potência de 50W, base GU5,3, vida mediana de 3000 horas e temperatura de cor 3000 K.

Com refletor alumínio, bloqueia que a luz possa ir parte de trás. Indicado para locais com forro de gesso limitado, assim o calor vai somente para baixo. Indicado também para spost abertos em que a lâmpada fica aparente, pois se neste caso for usar os outros modelos de dicróica, a luz vai para a parte de trás e num efeito prismático e cores diferentes, que não é o mais indicado neste caso.

Luminária Ya Ya Ho (1982-84) por Ingo Maurer. Fonte da imagem livro 1000 ligts. Essa luminária é um bom exemplo para especificar a lâmpada dicróica Alu, proporcionando assim o facho de luz somente para frente, uma vez que a lâmpada fica totalmente exposta no trilho.

 

Dicróica Cool-Blue
Potência de 50 W, base GU5.3, vida mediana de 4.000 horas e temperatura de cor 4.500K

Uso em  joalherias, lojas de cerâmica, de vidro e galerias de arte, em lugares onde precise de fontes de luz fria.

Tem acabamento fosco na parte de trás do refletor para uma luz mais difusa suave e sem ofuscamento na parte de trás.Com revestimento high-tech, que filtra da luz o componente vermelho quente. Isto resulta em uma luz halógena mais fria, com uma temperatura de cor de 4.500 K, mais próxima da luz diurna natural. (fonte da descrição OSRAM)

Efeito da Lâmpada Dicróica Cool Blue em um objeto prata. A lâmpada da esquerda é de 3000K (amarelada) e da direita 4500K cool blue (branco). Nesta imagem podemos ver como a luz branca realça o objeto prata.

Halopar 16Potência: 50W, bases GU10 e GZ10, vida mediana de 2.000 horas e temperatura de cor 2.900 K.Esta lâmpada é indicada para luminárias onde não tem possibilidade do uso de transformador, é ligada diretamente na rede.

Halopar 20, 30 e 38.

Estas lâmpadas têm fácil encaixe com a base E27 (de rosca) convencional. Indicadas para iluminação dirigida e de destaque, devido ao controle de facho de luz.

Podem ser usadas em área interna como iluminação de bancada; dentro do box do chuveiro; etc. Ou área externa como jardins em espetos ou up-lights.
Potências de 50W, 75W e 90W, vida útil 2.000 h e temperatura de cor: 3.000 K.

Exemplo de iluminação de jardim, onde pode-se especificar lâmpadas PAR para causar esse efeito. Fonte da Imagem Site DF Paisagismo.

Haloline

Potência entre 100W, 150W, 300W, 500W e 1000W,
base R7s, vida mediana de 2.000 h, temperatura de cor 3.000 K. Também na versão Energy Saver.

É mais conhecida como “palito”,  para uso geral em luminárias para áreas  internas e externas. Ajuda a realçar e enfatizar estrutura, colunas, fachadas, monumentos, lojas e vitrines. É conectada diretamente à rede sem auxílio de transformador. Halógena é muito usada em refletores e luminárias tipo plafon e arandelas que produzem iluminação indireta.

Exemplo de luminária com lâmpada halógena com efeito de luz indireta. Fonte da imagem site La Lampe.

Halostar Energy Saver

Potências de 35W e 65W, base GY6.35, vida mediana de 4000 horas e temperatura de cor 3000 K.

Ideal para uso em lustres, candelabros, luminárias de leitura e luminárias de móveis.

Halopin Energy Saver

Potência de 33W, com Base G9, vida mediana de 2.000 horas e temperatura de cor 2.900 K.

Não necessita de transformador, é uma lâmpada halógena compacta, permite que os designers desenvolvam luminárias pequenas e com uma boa fonte de luz.

AR
A família das AR são as halógenas lâmpadas que deixam o ambiente mais cênico. Muito utilizada em obras de arte como esculturas devido ao facho de luz concentrado. As AR 48 podem as vezes substituir as dicróicas dependendo do efeito que se espera e tem o facho de luz bem concentrado. AR70 são mais usadas em pé-direito comum, enquanto as AR111 tem um bom desempenho em pé-direito alto. Um cuidado especial que temos que ter com essa lâmpada é de não colocar em cima de sofás ou cadeiras onde uma pessoa irá se sentar, pois as AR tem o refletor que joga o facho de luz e a concentração de calor toda para baixo. Todas as AR são 12V, com uso de transformador.

AR 48 e 70.

Potências entre 20W e 50W, bases BA15d e GY4, vida mediana de 1.000 h, 2.000 h e 3.000 horas, temperatura de cor 3000 K.

AR 48 tem angulação de 8graus, AR70 tem de 8 e de 24 graus.

Halospot 111 Energy Saver

Potências de 35W e 65W, base G53, vida mediana de 4.000 horas e temperatura de cor de 3.000 K.

Angulações de 4, 8 e 24graus.

Exemplo de iluminação de destaque na mesa de centro. Para esse efeito a  indicação é uma AR70 de 8 graus. Fonte da imagem site Obravip.

Cuidado especial: Procure não tocar no bulbo das lâmpadas halógenas sem utilização de luvas, pois o contato de gorduras e impurezas da própria pele em seu bulbo pode ocasionar diminuição sua vida útil da lâmpada. Caso ocorra acidentalmente limpe-a com um pano umedecido em álcool.