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Projeto luminotécnico = QUARTO DE BEBÊ E CRIANÇAS

In Projeto luminotécnico on 11 de abril de 2013 at 14:17

Aqui no blog Chandelier já vimos alguns projetos luminotécnicos que estão divididos por ambientes como: Cozinha, área de serviço, quarto de casal e sala de banho.
Hoje iremos falar um pouco sobre quarto de bebês e crianças. E nos próximos posts completar com outros ambientes que complementam uma residência.

child.11Fonte da imagen site: Flickr.

Para quarto de bebês e crianças não tem muito segredo na hora de iluminar, dois pontos muito importantes é a luz geral e um abajur. E junto com isso uma dica de sucesso é usar algum sistema de dimmer. Um equipamento que possa equalizar a luz, deixando luz total quando necessário, ou minimizar para uma luz mais tênue quando as crianças estiverem dormindo. É importante nunca deixar um ponto de luz como arandela ou pendente próximo ao alcance das crianças. Pois quem tem filhos sabe como as crianças são.

A luz geral pode ser definida com plafons de luz indireta (de preferência), pendentes ou lustre. A quantidade de luz é determinada pelo tamanho do quarto, e procure usar lâmpadas com 2.700k.  Muitas das imagens abaixo você verá que a solução foi resolvida com esses tipos de luminárias. Mas uma dica muito interessante também, quando tiver rebaixo de gesso, é trabalhar com sancas invertidas, assim a iluminação ficará com o efeito de luz indireta, que é mais confortável e dará mais liberdade na criação do desenho da luz. Outro equipamento com caráter mais “lúdico” são os efeitos de fibra ótica, mais conhecido como céu estrelado. A fibra ótica em si iremos reservar um post especial para abordar sobre. Mas abaixo seguem duas imagens para inspiração.

child.18Fonte da imagem site: Clique Arquitetura.

child.19Fonte da imagem site: Quarto de Bebê.

child.12Fonte da imagen site: Pinterest.

child.07Fonte da imagem site: Pinterest.

child.08Fonte da imagem site: The boo and the boy.

child.01Fonte da imagem site: The boo and the boy.

child.13Fonte da imagem site: Pinterest.

child.16Fonte da imagem site: The boo and the boy.

child.14Fonte da imagem site: Handmade Charlotte.

child.09Fonte da imagem site: Pinterest.

child.05Fonte da imagem site: Daffodil Design.

child.03Fonte da imagem site: My scandinavian home.

child.02Fonte da imagem site: RH baby and child.

child.04Fonte da imagem site: The boo and the boy.

child.10Fonte da imagem site: Du côté de chez vous

child.06Fonte da imagem site: The boo and the boy.

child.15Fonte da imagem site: Handmade Charlotte.

child.17Fonte da imagem site:  Pinterest.

Sou fã das luminárias mais lúdicas, com cara de brinquedo e efeito de iluminação, é perfeito para o ambiente das crianças.
Ficou aqui no post algumas dicas para iluminar o quarto dos pequenos. O blog está aberto a sugestões, dúvidas e dicas para os leitores. Podem enviar diretamente pelo post ou no meu e-mail: juliana.visnheski@gmail.com

Projeto luminotécnico = QUARTO

In Efeitos de iluminação, Projeto luminotécnico on 27 de outubro de 2012 at 18:30

Fonte da imagem site: La Lampe. 

No ambiente do quarto há toda uma atmosfera especial para iluminar, pois esse ambiente tem que ser devidamente iluminado de forma aconchegante. Cada projeto terá uma dimensão, layout, cores e aberturas diferentes, mas as “regrinhas” básicas do projeto valem para todos. Você só terá de analisar com cuidado cada detalhe. O primeiro passo do projeto é setorizar as seções do projeto, por exemplo: área da cama/cabeceira, TV, bancada para maquiagem, bancada de estudo ou apoio para computador e armário. Pois cada um terá uma iluminação diferente. Posteriormente partimos para a setorização da iluminação como: iluminação geral, iluminação pontual, balizadora e dimerizável. 

CABECEIRA DE CAMA

Na cabeceira de cama podemos usar abajur, luminária de leitura, pendente, arandela ou painel com iluminação indireta que pode-se usar lâmpadas fluorescente, mangueira luminosa ou LED. Mas para todo projeto é importante analisar quem vai usar o espaço e quais são os hábitos dessa pessoa, se a mesma tem em sua rotina a leitura antes de adormecer, com certeza no projeto tem que prever luminária específica para a leitura.

Fonte da imagem site: Minha casa minha cara.

Fonte da imagem site: Belos Quartos

Fonte da imagem site: Belos quartos.

Fonte da imagem site: Casa Abril.

Fonte da imagem site: Wood second chance.

CORTINEIRO

Se no ambiente a ser projetado terá o gesso como fechamento do forro, tem-se a possibilidade de fazer o efeito que chamamos de cortineiro iluminado, como na imagem abaixo. Esse efeito é de luz indireta e pode-se usar fluorescente tubular, mangueira luminosa, fita de LED ou até mesmo as mini dicróicas. Estas farão um efeito diferente, pois como você na imagem é uma iluminação contínua, e com as mini dicróicas você terá o desenho de vários facho de luz, as ogivas.

ARMÁRIO

Nem sempre em todos os projetos haverá possibilidade de ter um closet separado, para tanto o armário fica no mesmo ambiente do quarto. É muito importante e delicado iluminar essa área. Sempre temos que lembrar quando vamos em uma loja de roupas, as mesmas estão sempre recebendo uma iluminação direcionada para elas, e sempre amarela, que é a iluminação mais próxima da luz solar. Pode-se usar um rasgo de luz contínuo em toda a extensão do armário como na imagem abaixo, embutidos com lâmpadas fluoresentes amarelas, LED ou embutido dicróica energy saver com filtro fosco.

Fonte da imagem site: Roberto Rocha.

Fonte da imagem site: Belos quartos.

Fonte da imagem site: Segatto.

BALIZADOR

O balizador é uma luminária importante para a circulação noturna quando não se quer ascender várias luzes e despertar o sono. Os balizadores também podem ser dimerizáveis, mas sempre dê a preferência para as luminárias com LED, que não emitem calor e consomem pouca energia, caso a mesma ficar ligada a noite inteira.

Fonte da imagem site: Bellaluce.

LUZ GERAL com lustre

Os famosos e charmosos lustre sempre darão um grande charme para qualquer ambiente. Para tanto, com é uma peça de destaque, é preciso escolher com muito cuidado, para que faça uma composição harmoniosa no ambiente e que seja com o tamanho proporcional ao espaço. Geralmente os lustres usam lâmpadas halógenas, com isso, pode-se usar um dimmer complementando o aconchego do ambiente.

Essa imagem acima tem um mix de luminárias decorativas como o lustre central, o pendente na lateral direita e uma outra luminária na lateral esquerda. Essa é uma solução interessante quando no ambiente o forro é com laje e as possibilidades de diversas fonte de luz é limitada.

LUZ GERAL com luz indireta

A iluminação indireta é a mais requisitada para o centro do quarto, principalmente porque a luz como o próprio nome diz, é indireta, sendo indireta ela também não irá ofuscar os olhos de quem estiver deitado na cama. Também pode-se usar o recurso do dimmer. A luz indireta pode ser proporcionada por uma luminária específica ou por meio de sancas e rasgos no gesso.

Fonte da imagem site: Você viu?

Fonte da imagem site: Blog Delumini

Fonte da imagem site: Arquitetando.

LUZ GERAL com luz difusa

Fonte da imagem site: Assim eu gosto.

Fonte da imagem site: Latest Furniture Trends

LUZ GERAL com iluminação natural

A iluminação natural é fundamental, mas essa tem que nascer junto com a arquitetura. Tem que ser muito bem projetada conforme a visual externa e a direção solar para melhor aproveitamento. A luz natural pode ser bem aproveitada com as aberturas das janelas ou com iluminação zenital.

Fonte das demais imagens site: Pinterest.

Fonte das demais imagens site: Assim eu gosto.

Imagem do dia

In Luminária decorativa on 10 de julho de 2012 at 10:00

Fonte da imagem do site: onze onze.

Imagem do dia

In Luminária decorativa on 20 de março de 2012 at 21:35

Fonte da imagem site: Onze Onze.

Lustre ou Joia

In Iluminação on 25 de julho de 2010 at 21:26

Coleção do Estúdio Brand van Egmond os lustres, plafons e arandelas com cristais pretos e claros que lembram jóias antigas enrolado silhuetas femininas.

Fonte da imagem Design Milk

Tipos de luminárias

In Iluminação, Luminária decorativa, Tipo de luminária on 7 de janeiro de 2010 at 14:52

Para um bom projeto luminotécnico temos que ter conhecimento ou ao menos noção em tudo que envolve a iluminação, que corresponde desde o tipo de luminária, tipo de lâmpada, potência, efeito desejado, lúmens e parte elétrica. É importante saber os tipos de luminárias para fazer a especificação correta, hoje nada tem muita regra restrita na escolha do tipo de luminária, desde que não prejudique no efeito luminotécnico. Verificar na obra, ou no projeto se o teto será laje ou gesso, o que irá facilitar a escolha da luminária certa.
É importante também considerar se é ambiente interno ou externo, e consultar com o fornecedor do produto se o mesmo é adequado ou não para o local desejado. A seguir, alguns tipos de luminárias existentes:

Plafon – luminária que geralmente é instalada bem próxima ao teto e serve como peça central do ambiente. Temos dois tipos de efeitos de iluminação causados pelo plafon, dependendo do material ele produz um efeito de luz indireta ou difusa.

Plafon Remod com luz indireta da Light Design. A luz irradia diretamente no teto (recomenda-se que seja de cor clara) e posteriormente reflete no ambiente criando menos sombra e uma luz agradável aos olhos. Lumininária ideal para quartos e salas.

Plafon com luz difusa, o vidro permite uma luz geral no ambiente, deixando-o todo iluminado sem efeitos de luz e sobra.

Embutido – esse tipo de luminária é uma peça para embutir no gesso. Os tipos de embutidos são diversos, existem com fechamento em vidro ou acrílico para lâmpadas fluorescentes compactas ou incandescentes; embutidos sem fechamento para lâmpadas halógenas; e embutidos direcionáveis ou não. A grande vantagem dessas luminárias é a sensação de ambiente mais limpo e clean, pois o teto fica mais “liso”.

Embutido Inside quadrado da Light Design.

Embutido Orus da Light Design.
Os embutidos no gesso dão o acabamento rente ao forro.

Pendente – é uma peça funcional, mas às vezes pelo seu design pode ser uma peça mais decorativa. Esta luminária fica “pendurada” por fios elétricos ou algumas vezes acompanhada de cabo de aço em função do peso da peça.  Essas peças são usadas geralmente em bancadas, mesas de refeições, laterais de camas, mezaninos e etc.

Pendente Big Flower Pot (1971) por Verner Panton, pendente decorativo, funcional e estécico com com luz indireta. A inspiração de Verner para essa peça é o movimento Op Art e da Arte Cinética, um estilo um tanto psicodélico de grande popularidade no final dos anos 60.

Pendente XXL Dome (1998) por Ingo Maurer, com estrutura de fibra de vidro, metal e aço inoxidável, 180 cm de diâmetro. O interior do refletor é esmaltado de rosa, laranja, vermelho ou verde fluorescente.

Lustre – peça decorativa, geralmente é o centro de interesse de algum ambiente, como sala de jantar, hall de acesso ou mesmo mezanino. Dependendo do modelo do lustre pode ser a iluminação geral do ambiente, mas na maioria das vezes é uma peça complementar na decoração.

Lustre Light Shade Shade (1999) por Jurgen Bey da Moooi. Uma luminária que brinca com o estilo clássico (com lustre dourado e cristais pendurados) e com o estilo moderno (com a cúpula semi-translúcida).

Spot – é uma luminária com aspecto mais funcional, pois é uma peça direcionável, mas temos de tomar cuidado ao usar essa peça para que tenha seu uso adequado. Pois esse tipo de luminária não ilumina um ambiente inteiro como luz geral, como dito anteriormente ele é focal, ideal para quadros ou objetos de artes. Outro detalhe importante é o uso adequado das lâmpadas, se for para quadros usar dicróica, ou se for escultura, por exemplo, usar lâmpadas da família AR. Outro cuidado é com a estética, não colocar lâmpadas que fiquem para fora da luminária, a não ser que o design da peça permita essa ousadia, pois acaba dando destaque para a Lâmpada e não para a peça. Existem alguns spots com design bem diferenciado.

Luminária Beluga da Fabbian, empresa italiana. O design é leve, moderno e além disso muito funcional.

Trilho – o trilho na verdade não é a luminária propriamente dita, ela é uma barra eletrificada que permite o uso dos spots direcionáveis (mencionados acima). Esse tipo de peça é ideal para galerias , pois permite uma linha única de luminárias sendo que cada ponto tem flexibilidade de locomoção e redirecionamento. Cuidado ao usar esse tipo de peça em closets, pois como é uma luz focal, ela tem maior efeito de luz e sombra, e isso prejudica na escolha das roupas no closet. Por outro lado, em galerias de artes é o tipo de iluminação mais usado, pela funcionalidade e o efeito cênico.

Spot com trilho, uma calha eletrificada que permite a locomoção e direcionamento do spot.

Luminária de mesa – uma peça muito funcional, de design bem variado. Sua principal função é ser uma luminária de leitura apoiada nas mesas de trabalho, laterais de cama, ou em uma mesa lateral de sofá.

Tolomeo de mesa (1987) por Michele de Lucchi & Giancarlo Fassina, umas das luminárias de design de maior sucesso. Essa peça permite uma boa articulação e giro da cúpula, deixando a peça mais funcional e sua estética compõe super bem nos ambientes.

Luminária de pé – tem o mesmo objetivo da luminária mesa, mas esta por ter sua própria base, não depende de uma mesa para apoiá-la. Pode ser com finalidade de leitura ou apenas decorativa.

Arco Floor (1962) por Achille & Pier Giacomo Castiglioni. Luminária com base de mármore Carrara, com haste tipo telescópia com regulagem em três alturas diferentes. Uma peça de design que cria centro de interesse, fácil de compor com outros elementos e funcional, pois pode ser usada ao lado de uma poltrona ou mesmo na mesa de jantar, direcionando o facho de luz conforme adequação do local.

Luminária de pé Fun (1964) por Verner Panton. Discos semi-translúcidos de pedaços de conchas, criando uma iluminação mais “mágica”. Além da luminária de pé, há outras variações de mesa e de teto.

Abajur – acredito ser uma peça muito cobiçada pelo designers , pois é uma peça muito usada em ambientes residências ou comerciais. Permite uma luz ambiente que cria um clima mais aconchegante e é um elemento decorativo também.

Abajur Miss Sissi (1990) por Philippe Stark. Fabricado em policarbonato moldado por injeção e de  produção em série, disponível em sete cores translúcidas.

Abajur Panthella (1970) por Verner Panton

Arandela – esse tipo de peça sempre será instalado na parede, dependendo do material que é produzido causa efeitos diferentes. Se for elaborada com cúpula, por exemplo, ela deixa o ambiente mais aconchegante; se for com vidro ou policarbonato será uma luz mais difusa. Existem também outros modelos que permitem um desenho de luz na parede, transformando a luz numa escultura.

Arandela Dress da Vistosi.

Refletor – é uma luminária um pouco mais técnica as vezes usadas nos jardins, fachadas  ou mesmo como elemento de segurança da residência. Essa luminária como o próprio nome já diz, é um refletor, e contém uma luz forte e reflete para uma área mais ampla.

Refletor Lingotto Wall Light (1990) por Renzo Piano.

Up-light – luminária para jardim ou para vasos com plantas. Seu facho de luz é de baixo para cima, mas para um bom efeito temos de saber que tipo planta será usada para então especificar o tipo de lâmpada. Essa luminária é muito indicada também para fachadas de residências, prédios comerciais e pilares, valorizando assim sua verticalidade.

Exemplo de luminária de piso.

Balizador – como propriamente dito, essa luminária faz o efeito de luz de balizar, e não de iluminar o ambiente. Seu efeito é de direcionar o caminho, seja no jardim, ou mesmo dentro do quarto ou corredor de circulação.

Projeto Luminotécnico da Light Design com o balizador Zero.
Exemplo de iluminação de balizador em ambiente interno.