Blog sobre Iluminação, Arquitetura, Design

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Detalhe de gesso no projeto luminotécnico_02

In Projeto luminotécnico on 4 de fevereiro de 2013 at 10:00

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Ok, eu confesso uma queda irresistível por sancas divergentes. E esse projeto super me conquistou, eu morri de amores e você, o que achou?

Rebaixo de forro com gesso deixa o teto “limpo” minimizando o excesso de informação e permite uma ótima liberdade na distribuição dos pontos luminotécnicos. Por isso gosto de apresentar aqui no blog soluções com gesso, que você pode conferir nos seguintes post: Detalhe de gesso no projeto luminotécnico_01 e Detalhe de gesso.

E este projeto apresentado neste post por ILMIODESIGN tinha como principal partido projetual valorizar as obras de arte e design dos proprietários. E assim foi realizado nas áreas comuns do apartamento distribuido as peças. E a iluminação com esse desenho de sanca divergente tem a função de guiar o caminhar e o olhar para as obras. O mais interessante do detalhe de gesso são os cantos que não foram desenhados em ângulos retos como o comum. E ai que eu me derreti pelo projeto, essa curva no encontro de linhas verticais e horizontais ficou muito charmoso e suave. Com certeza o profissional que executar esse projeto tem que ter muita habilidade e zelo pelo trabalho para que o resultado final seja satisfatório.

Neste caso, as lâmpadas fluorescente tubulares farão sombra nos cantos curvos. Para evitar que isso aconteça, com certeza as fitas de LED concluirão com um bom resultado.

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Nesta imagem acima foi utilizado lâmpadas linestras, perfeitas para área de espelho proporcionando o “efeito de camarim”.

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Essa iluminação indireta no rodapé é muito funcional, além de balizar o caminho, é possível deixa-lo ligado durante o período noturno.

gesso_08Fonte das imagens site: Home DSGN

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Detalhe de gesso no projeto luminotécnico_01

In Efeitos de iluminação on 25 de abril de 2012 at 9:04

Já foi ao ar neste blog um post sobre detalhes de gesso, e hoje fiz mais uma coletânea de projetos que exploraram muito o uso do gesso e recursos com iluminação indireta, vamos ao que interessa?

Kwanpen Boutique por BETWIN Space Design.

O conceito de espaço é seria de uma “Galeria”, onde os elementos decorativos são o centro de interesse, e os clientes se sintam como se estivessem olhando para obras de arte. Os produtos destacam-se nas caixas de exibição das paredes em uma inundação de luz.

Para entregar o senso de galeria-alike, ele foi projetado para minimizar os elementos de design e cores, e sim somente os produtos terem destaque.

 

Fonte das imagens site: Dezeen.

Fonte da imagem site: Assim eu gosto.

Neste ambiente acima, no home foi realizado desenhos geométricos com retângulos, tratando como rasgos com iluminação indireta. Assim você mantém o ambiente iluminado de forma homogênea e indireta.

Fonte da imagem site: Assim eu gosto.

Já neste espaço gourmet foi utilizado do recurso de sanca com iluminação indireta e as demais luminárias não no frame, representando apenas um recorte no gesso. Desta forma trás mais leveza do que as luminárias com moldura, porém para esse tipo de luminária é preciso de um ótimo eletricista para fazer a instalação, pois esse tipo de luminária é chumbada no gesso, e precisa que fique com um perfeito acabamento para trazer a beleza proposta, caso contrário o resultado pode ficar bem insatisfatório.

Fonte da imagem site: Assim eu gosto.

Neste ambiente temos vários recursos proposto com a ajuda do gesso, além das luminárias serem também no frame, foi feito uma sanca divergente no cortineiro, com a intenção de lavar o tecido de luz. Próximo ao espaço gourmet foi feito um sulco que pode ser 2 ou 3 centímetros e depois distribuído vários pontos de luz, que neste caso pode-se usar embutidos com lâmpadas fluorescentes compactas, lâmpadas halopins ou mesmo a dicróica. Se for com dicróica, com filtro fosco a iluminação fica mais difusa e se for sem o filtro uma iluminação mais pontual.

Fonte da imagem site: Assim eu gosto.

Fantástica solução para iluminação do home. O detalhe do painel em preto que vem da parede até o teto pode ser feito em marcenaria como também gesso, vai da criatividade. A proposta ficou muito interessante, o preto deixou o ambiente mais intimista, colocou-se uma iluminação indireta na parte linear do painel, uma iluminação focal no centro de mesa, duas arandelas nas laterais do painel, pois assim você pode apagar todas as luzes do ambiente e deixar só arandela acesa para poder se balizar no ambiente. E duas luminárias de piso atras do sofá que pode também servir de uma ambiente agradável para leitura.

Detalhe de gesso

In Efeitos de iluminação on 4 de abril de 2010 at 1:22

O forro de gesso permite que o teto fique mais “limpo” e clean, pois as luminárias ficam embutidas no gesso e o acabamento fica reto com a linha do gesso. O gesso é um elemento muito funcional para um projeto luminotécnico, pois deixa-o também independente das luminárias existente no mercado e permite uma livre criatividade de forma e função conforme o resultado esperado. Os detalhes mais comuns utilizado nos dias de hoje são os rasgos e sancas invertidas, como meio de luz pode-se usar fluorescentes tubulares, mangueiras luminosas ou fitas de led. Outras soluções também adotadas são os cortineiros, que também podem ser iluminados por fluorescentes, mangueiras, led e mini dicróica.

Fonte da imagem site: Arte e Gesso JB.
Neste projeto foi proposto rasgos de luz de forma que remetesse a um pergolado, e como fonte de luz foi utilizado lâmpada fluorescente.

Fonte da imagem site: Arte e Gesso JB.
Neste ambiente o gesso foi explorado de diversas formas, servindo para luminárias embutidas, rasgos e rebaixo duplo com fluorescente permitindo a luz indireta. Aproveitando a descrição da iluminação deste ambiente, temos ainda um plafon central como luz difusa, os pendentes com cúpula cilíndrica nas laterais da cama e no painel de cabeceira da cama foi projetado de parede a parede com meia altura e afastado da parede com luz indireta “soltando”o painel da parede.

Fonte da imagem site: Gesso Virtual.
Nesta sala de jantar foi trabalhando no gesso uma sanca invertida próximo da parede e um rasgo central com fechamento em vidro jateado, remetendo a uma luz de clarabóia.

Fonte da imagem site: Santos e Santos.
No site não havia indicação de que material foi feito este arco, mas fica como dica ou inspiração de como explorar o gesso.  Aproveitou-se aqui colocar laser mini dicróica em cima da mesa de jantar, e próximo da parede ponto para balizar o caminho.

Fonte da imagem site: Santos e Santos.
Procurando as imagens encontrei esse bar, achei fantástica a solução que os arquitetos propuseram, um detalhe de gesso como luz difusa, e dentro desse recuo foi instalado garrafas de vidro.

Fonte da imagem site: Santos e Santos.
O detalhe de gesso neste local foi feito apenas um sulco, ou seja um recuo em linha reta para delimitar a área de instalação de luminárias.

Fonte da imagem site: Santos e Santos.
Outro ambiente comercial onde o gesso foi explorados de de diversas maneiras ã comportar a iluminação, no pavimento térreo tem-se um rasgo de luz e no pavimento superior o gesso serve para embutir as luminárias e também como sanca invertida.

Fonte da imagem site: Santos e Santos.
O quarto com o teto verde ressaltou o detalhe de rasgo de luz.

Fonte da imagem site: Santos e Santos.
Outro exemplo de rasgo de luz, é uma forma de distribuir bem  a iluminação e de forma indireta.

Fonte da imagem site: Santos e Santos.
Com um detalhe um pouco mais ousado, o detalhe do gesso se faz por uma forma oval e o rasgo de luz atravessa esse detalhe.

Fonte da imagem site: Santos e Santos.
Na imagem acima vê-se que a iluminação esta de forma periférica, deixando o centro do teto limpo, sem luminárias. E ao fundo, junto ao cortineiro uma sanca invertida com luz amarela. Para dar esse tom de amarelo pode-se usar mangueira luminosa, que uma luz mais suave, ou usar fluorescente tubular com filtro âmbar.

Fonte da imagem site: Santos e Santos.
Neste quarto o detalhe do gesso acompanhou a área de cortina, e como iluminação usou-se pontos focais, que podem ser com dicróicas ou mini dicróicas de 10graus.

Fonte da imagem site: Dezeen
Para esse  efeito de clarabóia, que da a impressão de luz natural, pode ser feito o corte no gesso, como fonte de luz usar as fluorescente tubulares e no fechamento vidro ou acrílico.

Fonte da imagem site: Dezeen
No site onde encontrei essa imagem não estava especificado o tipo de material que foi usado no teto, mas sua geometria e solução de luz artificial ficou interessante e nos vale com dica.

Fonte da imagem site: Dezeen

Fonte da imagem site: Dezeen

Fonte da imagem site: Dezeen
Para esse feito de luz indireta na parede pode-se usar vários tipos material, dentre eles MDF ou mesmo o gesso, desde que projetado para alojar as lâmpadas fluorescentes na parte de trás do painel.

Fonte da imagem site: Dezeen
Para este painel de luz pode ser usado o próprio gesso e embutir as luminárias.

Fonte da imagem site: Dezeen

Fonte da imagem site: Dezeen
Com um desenho mais ousado e orgânico, as linhas que circulam o teto descem pelas paredes enfatizando o desenho e rasgo de luz.

Projeto luminotécnico = COZINHA

In Efeitos de iluminação, Informções técnicas on 30 de dezembro de 2012 at 23:57

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Para iniciar um projeto luminoténcico para o ambiente da cozinha, o primeiro passo é analisar o layout do mobiliário, aberturas como portas e janelas, pé direito e tipo de forro (gesso, laje, madeira, inclinado ou reto). Outro elemento importante é cor de acabamento, tanto para as paredes quanto para o mobiliário. E muito cuidado para analisar quem é o usuário do ambiente para compreender a quantidade de luz, efeitos e design.

A cozinha merece um cuidado especial na quantidade luz e principalmente a temperatura de cor da luz. Há quem goste de ambiente mais cênico como há pessoas que preferem o máximo de iluminação possível. Mas vou tratar o assunto de forma mais diversificada, e a partir dessas informações você tem a liberdade de “brincar” com o seu projeto.

A quantidade de lux necessária para uma cozinha é de no mínimo 300 lux. Com 300 lux o projeto contém um bom resultado de lumens. Porém analisando os fatores que comentamos acima então pode haver a necessidade de aumentar o fator do lux. Muitos livros e sites específicos de iluminação ainda batem na mesma tecla da luz branca para a cozinha. Mas considero que a luz amarela sempre será a mais confortável. Como já comentamos aqui no blog, a luz amarela é a que mais se aproxima da luz solar, ou seja, a temperatura de cor real. Assim, os alimentos também não perdem a cor natural, não será um verde do brócolis meio pálido e nem um molho vermelho confundido com molho pardo.

Como iluminação geral dê preferência sempre para as lâmpadas fluorescentes compactas ou tubulares com 2700k, pois estas contém uma vida útil maior, favorecendo o mínimo de manutenção e para os demais pontos você tem a liberdade de trabalhar outras lâmpadas como as halógenas. Se forem usar dicróica não esqueçam das Energy Saver  e os LEDs com alto fatos de potência. Veja nas imagens abaixo algumas soluções de iluminação geral:

cozinha.24Nesta cozinha foi utilizado apenas pontos de luz, cada um focando uma área específica como a ilha e a circulação geral. Para a bancada de trabalho todas as prateleiras são iluminadas para baixo, assim minimiza a área de sombra para quem usará a bancada.

cozinha.27Neste projeto contempla luz natural com uma abertura zenital e diversos pontos de luz distribuindo uma luz mais homogênea.

cozinha.31Nesta cozinha acima o ambiente tem um contorno de luz indireta distribuindo a iluminação geral, e na parte central para iluminar a ilha, uma fila de spots embutidos.

cozinha.22Nesta cozinha minimalista os detalhes seguem a mesma linha sem perder a função específica. Observe que para a ilha de trabalho tem uma espécie de “calha” onde distribui a iluminação geral com fluorescentes e um sistema mix com lâmpadas direcionáveis. Em frente ao armário há uma outra fila de spots que favorecem a visualização interna dos armários. E para a área de cocção há um detalhe de gesso com iluminação indireta e lava a parede de luz.

cozinha.20O teto desta cozinha há uma curvatura e a iluminação foi proposta com um sistema pendente linear com luz indireta, direta e pontual. Um direcionado para a ilha e outro para a circulação.

cozinha.17Para este projeto minimalista foi proposto embutidos direcionáveis com as luminárias sem moldura. Pela distribuição das luminárias essa cozinha ficará com um ar mais cênico.

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cozinha.34A bancada da cuba é importantíssimo ter uma boa iluminação, tanto natural com boas aberturas de janelas e claro a artificial para o uso noturno. Vejas as imagens abaixo:

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cozinha.05Gosto muito dessas duas imagens acima com a importância que se dá para a iluminação natural na área da bancada. Nesta última imagem acima o que acrescentaria como solução seriam spots embutidos no próprio armário superior, para não causar sombras quando esta área for usada no período noturno.

cozinha.25Confesso uma queda por essa imagem acima, ela tem um mix de minimalismo, rústico e alternativo. Essa idéia de iluminar a bancada com a barra e fios enrolados com lâmpadas incandescentes de diversas formas criou uma atmosfera muito arrojada e interessante. É uma ótima solução para quem tem o teto com laje e as dificuldades de distribuir os pontos de luz.

cozinha.26---250Ilhas ou penínsulas com bancadas de lanches também merecem uma dedicação especial, que podem ser solucionados com spots, embutidos ou mesmo os charmosos pendentes.Muitos projetos a copa é integrada a cozinha, e neste caso temos que projetar com a mesma linguagem, com pendentes ou pontos focais.

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cozinha.23A solução desse projeto acima é simples e funcional. Um trilho com spots na área de circulação como luz geral. Diversos spots nos armários e nas prateleiras iluminando a bancada de trabalho e um pendente na mesa de refeição.

cozinha.14Pé-direito duplo geralmente dificulta a solução para um projeto luminotécnico. Um grande cuidado para não “pontilhar” o teto com spots e se parecer como uma loja. No mercado temos luminárias como calhas contínuas ou embutidos com 4 lâmpadas em uma única moldura, assim tem-se a possibilidade de direcionar as lâmpadas e criar um aspecto mais limpo no teto.

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cozinha.21Para quem curte um estilo mais despojado, sem muita regra e que o design seja expressivo, escolhi algumas imagens para o inspirar.

cozinha.12Neste projeto acima não há nenhuma luminária no teto. Apenas arandelas mais rústicas e luminária de leitura direcionável na bancada.

cozinha.06Neste projeto acima o pé-direito é alto e a solução foi realizada com arandelas articuláveis. 

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Na imagem acima bem provável que o forro não permitiria distribuir vários pontos de luz. Para tanto a solução foi encontrada com pendentes e detalhe: eles são diferentes entre si. Mas no final há uma harmonia em geral com as luminárias diferentes e todo o mobiliário.

cozinha.38Para os que curtem uma atmosfera mais cênica, esse ambiente acima é inspirador. Os pendentes no estilo “faça você mesmo” e o forro com madeira e produz uma iluminação indireta.

cozinha.33Nesta cozinha acima ficou charmosa e romântica a solução com os pendentes e a moldura de forma simétrica acima da bancada de trabalho.

cozinha.15E as famosas arandelas Tolomeo deram o ar da graça neste projeto, de forma simétrica e funcional, direcionando na bancada e prateleiras das louças.

cozinha.37-250Nas imagens a seguir as selecionei pela luz natural integrada ao ambiente, com teto e parede de vidro, grandes aberturas e integração com o jardim.

cozinha.16Uma cozinha vintage e saudavelmente iluminada pela natureza. Para compor todo o estilo clássico foi proposto um lustre central e spots direcionados de forma estratégica para iluminar bancadas e circulação geral.

cozinha.03Quase que não precisa nem legenda para esse projeto não é mesmo? Iluminação funcional e direcional na área com forro de gesso, iluminação cênica com as arandelas lavando de luz a parede de tijolo aparente e uma brilhante luz natural com o teto de vidro.

cozinha.13E finalizo com mais nem menos que uma cozinha no meio no nada e cheiro de terra molhada. Quem não gostaria de cozinhar nesta ambiente acolhedor? Como iluminação natural essa cozinha é um sonho de consumo. A iluminação artificial é necessário um pouco mais de cuidado no cálculo para poder distribuir de forma homogênea. A metade do ambiente tem forro e é distribuido pontos de luz assim como os pendentes. Para a área de vidro tem possibilidade de instalar trilhos com spots ou mesmo as luminárias de mesa articuladas.

Fontes das imagens site: Pinterest.

Efeitos de Iluminação

In Efeitos de iluminação on 10 de fevereiro de 2010 at 15:01

A arte de iluminar! fonte da imagem: site La Lampe.

“Quanto menor for o esforço de adaptação do indivíduo, maior será sua sensação de conforto.” site Osram.

Para um ambiente aconchegante e acolhedor você não vai precisar somente de móveis, tapetes, adornos e pinturas de paredes. Pois nada terá o mesmo valor se a iluminação não fizer parte desse contexto. E não falo aqui de luminária de design ou de moda, mas sim do efeito de iluminação, esta sim dará o resultado esperado para o ambiente proposto.

O efeito de iluminação é muito importante para cada ambiente, saber qual sua função (se é trabalho ou descanso), saber o perfil do usuário (seu cotidiano, a idade), e observar a decoração do ambiente. Principalmente no que se refere as cores e texturas.  Esses itens interferem e muito no efeito de iluminação desejado. Antes de sair “salpicando” o teto de luminárias, faça um estudo mais adequado e cauteloso sobre o ambiente a ser projetado, e nada melhor do que consultar alguém que seja especialista na área de iluminação, pois iluminar não é uma tarefa fácil, existem muitas informações e detalhes técnicos. Como todo e qualquer projeto, é melhor analisar muito bem antes de executá-lo. Assim estará evitando transtornos e desperdício de tempo e dinheiro com obra.

LUZ AMBIENTE e a iluminação geral de um ambiente e que pode ser classificada em luz difusa ou luz indireta. Esse tipo de iluminação não tem intenção de ressaltar algum tipo de objeto, mas ajuda na percepção de um todo do ambiente e tem maior flexibilidade na disposição interna dos ambientes. É um tipo de iluminação que pode ser usada em qualquer ambiente na casa, mas também em salas ou quartos. Nestes casos é sempre bom ter outros tipos de fonte de luz que possam modificar a intensidade de luz, pois nem sempre se quer luz total.

Este ambiente está com iluminação geral, iluminado por inteiro e sem sobras. Fonte da imagem: site Portal Casa & Cia.

LUZ INDIRETA: esse tipo de iluminação trabalha por meio de reflexão onde o facho de luz é direcionado para cima e reflete no ambiente. É uma luz mais suave e agradável, pois a fonte de luz não vai diretamente aos olhos, se vê somente o efeito já produzido. Esse tipo de iluminação pode ser adotado nos ambientes como salas e quartos para se obter o efeito de luz indireta. Para isso é necessário escolher a luminária correta que esconda a lâmpada e faça a reflexão. Por exemplo: luminárias de piso, plafons, arandelas e detalhes de gesso.

Este ambiente é um bom exemplo de iluminação indireta, com as luminárias de piso nas laterais do sofá e o detalhe de gesso no teto. Esse tipo de detalhe de gesso é chamado de “rasgo” e sua fonte de luz é com lâmpada fluorescente tubular, e por ser uma sala, ambiente onde recebemos visitas e ambiente onde descansados também, então a luz deve ser amarela para criar mais aconchego. Fonte da imagem: site La Lampe.

Ambiente com complemento de iluminação indireta proporcionada pelas arandelas.Projeto Luminotécnico da Light Design,com a arandela Box.

LUZ DIFUSA: é uma luz mais homogênea que distribui por igual no ambiente. Esse tipo de luz é mais versátil, pode-se utilizar em qualquer ambiente, como salas, quartos, banheiros, cozinhas, garagens e corredores. Mas lembre-se, se for sala e quarto é importante ter outros tipos de fonte de luz, pois nem sempre deseja-se somente luz geral no ambiente.

Este ambiente está com  fonte de luz difusa, proporcionado por dois pendentes de vidro leitoso. Fonte da imagem: site Vistosi

Outro exemplo de ambiente com iluminação difusa. Nessa foto podemos observar a mistura da luz artificial e a natural. Mas propositalmente, a luz do dia é uma luz difusa, clara e homogênea. Fonte da imagem: site Vistosi.

Este lavabo é um exemplo de uma mistura de iluminação difusa com iluminação indireta. Que é proporcionada pelo plafon de acrílico no teto que é a luz difusa e lâmpada fluorescente tubular atrás do painel do espelho que é a luz indireta. Neste caso as duas fontes de luz se complementam. Fonte da imagem: site casa.com.br.

A ILUMINAÇÃO PONTUAL ou de destaque é o tipo de iluminação que cria centro de interesse para algum tipo de adorno, um móvel ou uma tela. É uma iluminação que proporciona mais luz e sombra, uma vez que o facho de luz é concentrado o restante fica com sobra. A luz pontual pode ser também luz de tarefa, como luminárias de leitura que tem uma função específica de pontuar a luz na área de trabalho.

Exemplo de iluminação pontual destacando o adesivo na parede ao fundo. Fonte da imagem: site Fabbian.

Outro exemplo de iluminação pontual direcionando e destacando para os quadros acima do aparador. Percebe-se o efeito de luz e sombra, com a concentração de luz nos quadros e margem de sombra, ou penumbra no restante do ambiente. Fonte da imagem: site Portal Casa & Cia, Uol.

Este é um ambiente que demonstra a iluminação pontual de tarefa, onde o facho de luz é direcionado conforme o interesse do usuário. Fonte da imagem: site Vistosi.

ILUMINAÇÃO DECORATIVA é uma luz mais aconchegante, a intenção dela não é “iluminar”, mas sim deixar o ambiente acolhedor. Para esse tipo de iluminação pode-se usar abajur, dispositivos de dimmer, ou mesmo com outros elementos decorativos como velas.

Nesta foto podemos ver o pendente como centro de interesse e um elemento decorativo, o efeito de luz que é produzido cria um desenho de luz nas paredes deixando-o com uma atmosfera interessante. Fonte da imagem: site Vistosi.

Ambiente com efeito de iluminação decorativa, proporcionado uma luminária de pé com cúpula. Fonte da imagem: site La Lampe.

ILUMINAÇÃO FUNCIONAL como o próprio nome diz ela deve ser funcional e está relacionada a estimulação da atividade física e mental. Esse efeito ajuda na percepção do ambiente como um todo. É muito utilizado em ambientes comerciais ou residenciais como cozinhas, lavanderias, escritórios, academias ou outro tipo de ambiente que exige boa iluminação para atividade.

Esta ambiente de recepção comercial está utilizando uma iluminação funcional e de luz geral, para se obter luz por um todo. Fonte da imagem: site ArcoWeb

Nesta cozinha a iluminação funcional foi bem explorada, com um pendente de luz difusa localizada no centro do ambiente e distribuindo luz no ambiente em geral, e como segunda opção, na bancada foi projetado um tampo iluminado, favorecendo na manipulação e boa visualização dos alimentos. Fonte da imagem: site Decoração e Construção.

ILUMINAÇÃO CÊNICA, esse é o efeito de luz mais atraente de todos.  Em ambientes como salas e home theater é onde recebemos visitas, então sempre queremos deixá-lo o mais aconchegante possível, uma luz mais intimista e convidativa. Pode-se dizer também que é uma luz teatral, pois transforma o cenário com efeitos de luz e sombra, destacando móveis e objetos estratégicos, fazer demarcação de piso e circulação. O ideal neste caso é deixar os circuitos o mais separado possíveis, pois assim você pode brincar com os cenários.

Ambiente com atmosfera aconchegante, marcando o painel ao fundo da imagem e destacando a mesa de centro. Fonte da imagem: site La Lampe.

Outro exemplo de ambiente com iluminação cênica, está iluminado de forma estratégica, no revestimento da parede, na marcação do piso e etc. Esta iluminada de forma que convida o usuário a sentar e descansar, assistir TV ou mesmo para conversar com os amigos. Fonte da imagem: site Decoração e Construção.

Neste ambiente pelo que vemos na foto há pouco recurso de luminárias embutidas, mas as luminárias de pé e de mesa fizeram o trabalho de iluminar de forma aconchegante, criando luz e sombra. Fonte da imagem: site Vistosi.

LUZ DE EFEITO, bem até agora vimos que a luz tem função de iluminar o ambiente ou destacar algum objeto desejado, mas no caso da iluminação de efeito é a luz o centro de interesse, com cores, formas e desenhos.

Nesta foto podemos ver o efeito de luz que as arandelas proporcionam, quando acesas elas fazem uma “escultura” de luz desenhando a parede. Fonte da imagem: site Vistosi.

Neste caso a iluminação está colorida. E como hoje existem vários tipos de lâmpadas coloridas, como LED e fluorescentes, só dependem da imaginação e criação para projetar um ambiente atraente. Fonte da imagem: site La Lampe.

Observação: nem sempre o “faça você mesmo” é o mais barato, é muito importante a contratação de um arquiteto, designer de interiores ou lighting designer para elaborar um projeto que fique interessante e adequado ao perfil do cliente.  A iluminação precisa ser projetada de forma racional, pois ela pode apresentar aspectos negativos ou positivos, como bem estar, desconforto, concentração ou dispersão dependendo da forma como foi executado.

Tipo de lâmpada: FLUORESCENTES

In Tipo de lâmpada on 23 de janeiro de 2010 at 9:59

Fonte da imagem no site Elétrica.

Bem, antes de falar sobre as lâmpadas fluorescentes, uma dúvida: o que significa luz quente e luz fria?

Luz quente: é a maneira de falar sobre a temperatura de cor da lâmpada que é apresentado em kelvin (k), por exemplo, uma lâmpada de 2700k reproduz uma luz mais “amarelada”. Luz quente não tem ligação nenhuma com efeito térmico de quando a lâmpada esta em operação. Então, quanto menor for à temperatura de cor, mais amarelo é o efeito da lâmpada. Esse tipo de lâmpada é mais indicada para ambientes como quartos e salas, ambientes que necessitem de luz mais aconchegante.

Exemplo de ambiente com lâmpada fluorescente amarela (luz quente). Neste ambiente foi feito um detalhe de gesso com rasgo, e com emissão de luz lâmpada fluorescente. Para fazer este efeito pode-se usar a lâmpada T8 de 3000k ou a T5 de 3000k.

Luz fria: da mesma forma como mencionada acima, é uma maneira de falar sobre a temperatura de cor da lâmpada, porém neste caso a reprodução de cor é acima 4000k, que transmite uma luz mais “branca”. Quanto maior for à temperatura de cor, mais branca é a luz. Esta é indicada para ambientes como cozinhas e escritórios, ambientes que necessitam de luz mais estimulante para atividades e concentração.

Exemplo de ambiente com fluorescente branca (luz fria). Para um efeito de luz mais branca pode-se usar T8 de 4000k ou T5 de 4000k.

Vamos ver os tipos de fluorescentes compactas e tubulares, mas existem também as circulares.  O consumo de energia das fluorescentes é até 80% menor em relação a outros tipos de lâmpadas, e com uma durabilidade até 20 vezes maior que as lâmpadas incandescentes, elas aquecem menos os ambientes, proporcionam redução de carga térmica e IRC (índice de reprodução de cor) em média de 85%.

Fluorescente compacta: sua criação foi com a principal função de substituir as lâmpadas incandescentes. São de alta tecnologia, funcional e econômica. Elas têm aplicações comerciais, industriais e residências, e disponíveis em vários formatos e potências, com design moderno e compacto. A vida útil é em média de 6.000h a 15.000 horas e a temperatura de cor é em média de 2.700K a 6.000K.
Exemplo: uma lâmpada de econômica de 20W é equivalente a uma incandescente de 100W, ou seja, consome bem menos energia e produz maior quantidade de luz.

Imagem com várias lâmpadas fluorescentes compactas com encaxe de rosca E27. Imagem disponível no site da OSRAM.

Imagem com várias lâmpadas fluorescentes compactas com pinode encaixe, estas precisam de reator. Imagem disponível no site da OSRAM.

Fluorescentes Tubulares: são uma ótima solução de economia de energia. Tem alta eficiência, longa durabilidade e usos diversos como indústrias, comércios e residências. Com o passar do tempo tem recebido mais tecnologias de tamanhos e melhor fluxo luminoso. A temperatura de cor varia entre 2.700k a 6.500k. O principio de funcionamento é de descarga de vapor de mercúrio em baixa pressão.

Quando se ouve falar em T12, T10, T8, T5 e etc, é uma relação com o diâmetro da lâmpada.

Para uso residencial e comercial, uma das lâmpadas fluorescentes mais eficiente é a T5, com diâmetro de 16 mm, representando até 40% de economia em relação a T12 e T10.
A vida útil das lâmpadas fluorescentes é em média de 7.500h a 20.000horas.

Exemplo de iluminação na fachada com fluorescente T5.

Para áreas de difícil acesso na hora da troca de lâmpadas, como mezaninos, pés-direitos duplos, alas de produção ou túneis, tem a lumilux XXT T8, com vida útil de 58.000 a 75.000 horas dependendo do tipo de reator que for utilizado.

Decorar e iluminar com simplicidade

In Sem categoria on 23 de abril de 2013 at 11:00

Mansion in GothenburgThe Luxury Mansion in Gothenburg by Alvhem Mäkleri

Como repertório de trabalho, eu gosto muito de pesquisar projetos prontos e analisa-los cada situação e cada solução efetivada. Então vamos juntos destrinchar esse projeto juntos. De inicio já digo que gosto muito desse projeto, na decoração a cor de base predominante é o branco, e os detalhes que agregam ganham tons mais coloridos. Luminária como: pendentes, luminárias de piso, abajur, arandela e spot é o que não falta nesse projeto. Essa é uma solução simples e aconchegante para quem não tem “liberdade” de traçar um projeto luminotécnico com gesso ou laje, em uma casa que já esteja pronta. Então a solução é espalhar luminárias pela casa, que além de iluminar, decoram e deixam o ambiente mais charmoso. Vamos ao projeto:

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Mansionette-Gothenburg-Alvhem-Mäkleri-04Nas sacadas de prédios geralmente não há muita liberdade de trabalhar a iluminação, principalmente porque tem que manter um padrão visual estético de fachada. Então usar lanterna com vela é uma solução super charmosa, simples e econômica. Para quem preferir existe as velas com citronela, que exalam um cheiro agradável e repelem insetos.

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Mansionette-Gothenburg-Alvhem-Mäkleri-06Percebam as diversas luminárias “distribuídas” pela cozinha. Na base do armário superior há uns spots que direcionam a luz para a bancada de trabalho. Dois pendentes na bancada americana, e detalhe, um ponto único distribui dois pontos para os pendentes, deixando os fios mais soltos, marcando um estilo mais despojado.

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GothenburgNa área da refeição o ponto de luz do pendente também foi deslocado para poder centralizar a luz na mesa. Para complementar há uma arandela com efeitos de spot direcional na área do buffet. E claro, a luz natural, essa ficou alegremente bem solucionada, a mesa próximo à janela transmite uma boa sensação para quem usa o espaço.

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Mansionette-Gothenburg-Alvhem-Mäkleri-16A escada não tem os balizadores, mas foi solucionado com um spot direcionado e um “dente” na parede que serve como uma espécie de aparador, e foi clocado algumas velas.

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SFD38A9651CA7B24309B0019B020AC0C13D_1024xOlha sóhhhhhhh essa dica!!! AMEI! E súper fácil de construí-la e instala-la. É uma corda de luz, com lâmpadas incandescentes distribuidas ao longo do fio. Pode ser feito no acabamento branco ou preto. E se ainda preferir um adicional de charme tem como colocar um sistema de dimmer. E ai você tem toda liberdade e criatividade de instalar onde achar melhor, lateral de cama, corredor, sala e etc.

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SFD29CDBF97FB944112BE197DED7CECAE20_1024x Mansion in Gothenburg

Projeto luminotécnico = QUARTO

In Efeitos de iluminação, Projeto luminotécnico on 27 de outubro de 2012 at 18:30

Fonte da imagem site: La Lampe. 

No ambiente do quarto há toda uma atmosfera especial para iluminar, pois esse ambiente tem que ser devidamente iluminado de forma aconchegante. Cada projeto terá uma dimensão, layout, cores e aberturas diferentes, mas as “regrinhas” básicas do projeto valem para todos. Você só terá de analisar com cuidado cada detalhe. O primeiro passo do projeto é setorizar as seções do projeto, por exemplo: área da cama/cabeceira, TV, bancada para maquiagem, bancada de estudo ou apoio para computador e armário. Pois cada um terá uma iluminação diferente. Posteriormente partimos para a setorização da iluminação como: iluminação geral, iluminação pontual, balizadora e dimerizável. 

CABECEIRA DE CAMA

Na cabeceira de cama podemos usar abajur, luminária de leitura, pendente, arandela ou painel com iluminação indireta que pode-se usar lâmpadas fluorescente, mangueira luminosa ou LED. Mas para todo projeto é importante analisar quem vai usar o espaço e quais são os hábitos dessa pessoa, se a mesma tem em sua rotina a leitura antes de adormecer, com certeza no projeto tem que prever luminária específica para a leitura.

Fonte da imagem site: Minha casa minha cara.

Fonte da imagem site: Belos Quartos

Fonte da imagem site: Belos quartos.

Fonte da imagem site: Casa Abril.

Fonte da imagem site: Wood second chance.

CORTINEIRO

Se no ambiente a ser projetado terá o gesso como fechamento do forro, tem-se a possibilidade de fazer o efeito que chamamos de cortineiro iluminado, como na imagem abaixo. Esse efeito é de luz indireta e pode-se usar fluorescente tubular, mangueira luminosa, fita de LED ou até mesmo as mini dicróicas. Estas farão um efeito diferente, pois como você na imagem é uma iluminação contínua, e com as mini dicróicas você terá o desenho de vários facho de luz, as ogivas.

ARMÁRIO

Nem sempre em todos os projetos haverá possibilidade de ter um closet separado, para tanto o armário fica no mesmo ambiente do quarto. É muito importante e delicado iluminar essa área. Sempre temos que lembrar quando vamos em uma loja de roupas, as mesmas estão sempre recebendo uma iluminação direcionada para elas, e sempre amarela, que é a iluminação mais próxima da luz solar. Pode-se usar um rasgo de luz contínuo em toda a extensão do armário como na imagem abaixo, embutidos com lâmpadas fluoresentes amarelas, LED ou embutido dicróica energy saver com filtro fosco.

Fonte da imagem site: Roberto Rocha.

Fonte da imagem site: Belos quartos.

Fonte da imagem site: Segatto.

BALIZADOR

O balizador é uma luminária importante para a circulação noturna quando não se quer ascender várias luzes e despertar o sono. Os balizadores também podem ser dimerizáveis, mas sempre dê a preferência para as luminárias com LED, que não emitem calor e consomem pouca energia, caso a mesma ficar ligada a noite inteira.

Fonte da imagem site: Bellaluce.

LUZ GERAL com lustre

Os famosos e charmosos lustre sempre darão um grande charme para qualquer ambiente. Para tanto, com é uma peça de destaque, é preciso escolher com muito cuidado, para que faça uma composição harmoniosa no ambiente e que seja com o tamanho proporcional ao espaço. Geralmente os lustres usam lâmpadas halógenas, com isso, pode-se usar um dimmer complementando o aconchego do ambiente.

Essa imagem acima tem um mix de luminárias decorativas como o lustre central, o pendente na lateral direita e uma outra luminária na lateral esquerda. Essa é uma solução interessante quando no ambiente o forro é com laje e as possibilidades de diversas fonte de luz é limitada.

LUZ GERAL com luz indireta

A iluminação indireta é a mais requisitada para o centro do quarto, principalmente porque a luz como o próprio nome diz, é indireta, sendo indireta ela também não irá ofuscar os olhos de quem estiver deitado na cama. Também pode-se usar o recurso do dimmer. A luz indireta pode ser proporcionada por uma luminária específica ou por meio de sancas e rasgos no gesso.

Fonte da imagem site: Você viu?

Fonte da imagem site: Blog Delumini

Fonte da imagem site: Arquitetando.

LUZ GERAL com luz difusa

Fonte da imagem site: Assim eu gosto.

Fonte da imagem site: Latest Furniture Trends

LUZ GERAL com iluminação natural

A iluminação natural é fundamental, mas essa tem que nascer junto com a arquitetura. Tem que ser muito bem projetada conforme a visual externa e a direção solar para melhor aproveitamento. A luz natural pode ser bem aproveitada com as aberturas das janelas ou com iluminação zenital.

Fonte das demais imagens site: Pinterest.

Fonte das demais imagens site: Assim eu gosto.

FORRO DE MADEIRA: como projetar o luminotécnico?

In Efeitos de iluminação on 24 de agosto de 2012 at 16:23

Os projetos luminotécnicos atualmente tem como base uns 80% em que o forro é de gesso. Até pela praticidade de aplicação, mudança de ponto elétrico ou estéticamente mais “limpo”, clean. Então quando surge um projeto em que o forro é de madeira, ou melhor ainda, forro de madeira e inclinado,  ai sim começa o desafio de como solucionar o desenho da luz. Tudo vai depender também em que momento começou a se projetar o luminotécnico, se o projeto já nasce junto com os outros projetos como, hidráulico, estrutura e afins, é mais fácil porque toda a tubulação e fiação será instalada de acordo com o projeto específico. Mas se a casa já estiver pronta e o luminotécnico não foi feito de acordo com o layout do ambiente, como fazer?

Bem, primeiramente calma, e vamos analisar o que temos disponível no mercado para compor esteticamente no projeto. Quem opta por forro de madeira, é porque gosta da sua estética, de deixar a cor da madeira evidente, então as luminárias não poderão ser no acabamento branco, exceto se há alguma composição ou algum desenho que componha, fora isso, com certeza não ficará com um bom resultado. Imagine um forro escuro com as molduras das luminárias no acabamento branco. Imaginou? Então neste caso temos outras opções como o acabamento preto ou marrom (marrom é muito difícil de encontrar um  fornecedor), mas é o mais discreto, se esta for a proposta.

Nas imagens acima são luminárias embutidas para dicróica direcionável, mas encontra-se para todos os tipos de lâmpadas halógenas como: PAR 16, PAR 20, PAR 30, PAR 38, AR 48, 70 e 111 e entre outras.  Uma dica de praticidade em obra se optar por luminárias embutidas é escolher luminárias no formato redondo, ou o furo de encaixe redondo, mesmo que a moldura seja quadrada. O recorte quadrado na madeira exige muita habilidade  e delicadeza na  furarção. Equanto o recorte redondo o instalador pode usar uma serra copo no diâmetro específico.

Em alguns casos que não há possibilidade de fazer furos no forro, pode-se optar pelos spots externos. Mantendo o mesmo detalhe de cor de acabamento sendo preto ou marrom. Ou se for trabalhar com algo mais arrojado, então que a peça demonstre seu ar de design.

Fonte da imagem site: Altena.

Fonte da imagem site: Fabbian.

Ainda na família dos spot, tem a solução com os trilhos. É  uma espécie de calha eletrificada que permite que vários spots percorram a extensão desse trilho. Isso dará mais versatilidade também quando houver alguma mudança na casa, como mudar o layout ou mudar um quadro, é só “correr” o spot no trilho e redirecioná-lo.

Fonte da imagem site: Fabbian.

Para alguns exemplos mais práticos seguem imagens de projetos prontos.

Fonte da imagem site: Plafatorma Arquitectura.

Este é um exemplo em que comentamos acima, onde a moldura da luminária é no acabamento em branco e quadrado. Justificado pelo desenho geométrico que foi realizado no forro que faz composição com o mesmo.

Fonte das imagens site: Fabbian.

Neste projeto acima, foi utilizado luminárias embutidas com o acabamento transparente (cristal), que valoriza o forro de madeira e observa-se somente o ponto de luz.

Fonte das imagens site: Casa e Cia.

Fonte das imagens site: Arco Web.

Este efeito da imagem acima é muito interessante para valorizar o material do forro. Fica mais em evidência. No entanto, não é uma superfície refletora, ele absorve a luz, então deixa o ambiente com efeito de penumbra, que no caso deste projeto, que é um restaurante, a proposta é deixar o ambiente mais intimista.

Fonte das imagens site: Light Design.

As arandelas também são excelentes soluções para um projeto luminotécnico com forro de madeira e inclinado, pois a luz se projeta de forma indireta, valorinado o material. Nesta imagem acima é um quiosque com cobertura de palha, então o efeito de luz indireta o valoriza com mais ênfase.

Fonte da imagem site: Dezeen.

Fonte das imagens site: Dezeen.

Fonte das imagens site: Dezeen.

Embutidos quadrado, com vidro para um efeito de luz difusa com lâmpadas fluorescentes.

Fonte das imagens site: Dezeen.

Fonte da imagem site: Dezeen.

Fonte das imagens site: Luz & Design.

Este projeto da imagem acima é diferente de tudo que já comentamos nesse post. Aqui o forro de madeira torna-se o centro de interesse, pois no gesso foi feito uma sanca de luz indireta, jogando a luz para o revestimento de madeira.

Fonte das imagens site: Daarna Studio.

Tipo de Lâmpada: HALÓGENAS

In Iluminação, Luminária decorativa on 18 de janeiro de 2010 at 13:34

As lâmpadas halógenas vieram para dar mais brilho e teatralidade na iluminação, com ela podemos criar cenários diferentes, de acordo com nosso humor, a decoração e o clima.

Exemplo de ambiente com lâmpadas halógenas. Fonte site Lu Moura.

Lâmpadas halógenas têm o mesmo principio das lâmpadas incandescentes; porém, são mais elaboradas, tem uma luz mais brilhante, eficiência energética, maior vida útil (variando entre 2000 e 4000 horas), menores dimensões e proporcionam vários efeitos de iluminação. Tem o IRC (Índice de Reprodução de Cor) de 100%, significa uma luz mais real, com a luz que obtemos com o sol. Com essa finalidade fica mais fácil identificar as cores reais de quadros, pinturas de paredes, roupas e objetos.
Essas lâmpadas tem maior uso nos embutido para gesso, spots e luminárias de mesa.

Na linha de lâmpadas da OSRAM pode-se agora contar com as lâmpadas Halógenas Energy Saver, que tem por finalidade economizar em até 65% de energia se comparadas às lâmpadas comuns, e mantém o mesmo fluxo luminoso.

Lembram do post anterior sobre incandescentes? Pois ai vai uma novidade.
Com o mesmo formato e encaixe, porém com mais brilho e economia econômica de energia. Tem a mesma cara da incandescente, mas a parte interna é halógena com o sistema Energy saver. Oferecendo economia de até 30% e tem durabilidade de até 2 vezes mais do que as incandescentes comuns e redução da emissão de CO2.

Incandescente comum é 60W de consumo de energia, enquanto a Energy Saver consome apenas 42Watts mas com o mesmo fluxo luminoso. O vidro
do bulbo não escurece ao longo do tempo, permitindo assim uma luz mais brilhante.

Desta forma podemos manter as mesmas luminárias que temos em casa e apenas trocando por um tipo de lâmpada mais ecológica.

Abaixo uma lista de algumas lâmpadas halógenas, sua nomenclatura, potência e finalidade de uso.

DICRÓICA

A lâmpada dicróica é principalmente usada nos projetos de interiores, mas dê preferência sempre para as lâmpadas 12V, ou seja, com uso de transformador. Assim estará garantindo melhor vida útil para seu material elétrico, pois a energia chega primeiramente no transformador e posteriormente na lâmpada. Pois a tensão de rede é sempre instável e sofrer variações. Fique sempre atento também aos graus de abertura das lâmpadas, pois cada uma tem um efeito diferente, algumas das angulações são: 10, 38 e 60 graus. Irá usa-lo de 10graus quando for para marcar uma parede que tenha textura, pedras ou outro tipo de revestimento, ou mesmo em uma parede lisa onde queres apenas marcar com pequeno facho de luz. Mas se for para iluminar quadros,  dê preferência para as de 60graus, elas tem luz de destaque , mas deixa-o de forma mais homogênea, e um detalhe muito importante, use um filtro fosco, para deixar a luz mais “limpa”. O filtro é um disco de vidro redondo, com o mesmo diâmetro da lâmpada dicróica.

Dicróica 51S

Potências  de 20W e 50W, Bases GU5.3 e GU4, vida mediana de 2000 horas e temperatura de cor 3000 K. Tem a versão mini-dicróica também com 20W ou de 35W.

Dicróica Energy Saver

Potência de 35W, base GU5,3, vida mediana de 5000 horas, temperatura de cor: 3000 K e intensidade luminosa constante durante toda a sua vida útil.

A dicróica energy saver é a mais indicada tanto para uso comercial ou residêncial, quando se quer destacar algum objeto, quadro, roupa, etc. Além de economizar  energia ela produz bem menos calor que uma dicróica comum.

Dicróica Titan

Potências: de 20W e 50W, base GU5,3, vida mediana de 4000 horas e temperatura de cor 3000 K.

Exemplo de iluminação com dicróica fazendo o efeito wallwash, isso quando o objetivo é iluminar a parede toda , ou onde se tem quadros, escultura ou mesmo textura. Para um melhor efeito é indicado que os embutidos fiquem 50cm de afastamento em relação à parede, e usar com filtro fosco para minimizar as sombras.

Exemplo de ambiente com iluminação de dicróica, com facho mais aberto direcionando para a escultura. Projeto da arquiteta Suzy Melo.

Efeito de lâmpada mini-dicróica de 10graus. Para este efeito os embutidos devem estar de 10 à 15cm de afastamento em relação à parede. Projeto Luminotécnico da Light Design.

Dicróica ALU

Potência de 50W, base GU5,3, vida mediana de 3000 horas e temperatura de cor 3000 K.

Com refletor alumínio, bloqueia que a luz possa ir parte de trás. Indicado para locais com forro de gesso limitado, assim o calor vai somente para baixo. Indicado também para spost abertos em que a lâmpada fica aparente, pois se neste caso for usar os outros modelos de dicróica, a luz vai para a parte de trás e num efeito prismático e cores diferentes, que não é o mais indicado neste caso.

Luminária Ya Ya Ho (1982-84) por Ingo Maurer. Fonte da imagem livro 1000 ligts. Essa luminária é um bom exemplo para especificar a lâmpada dicróica Alu, proporcionando assim o facho de luz somente para frente, uma vez que a lâmpada fica totalmente exposta no trilho.

 

Dicróica Cool-Blue
Potência de 50 W, base GU5.3, vida mediana de 4.000 horas e temperatura de cor 4.500K

Uso em  joalherias, lojas de cerâmica, de vidro e galerias de arte, em lugares onde precise de fontes de luz fria.

Tem acabamento fosco na parte de trás do refletor para uma luz mais difusa suave e sem ofuscamento na parte de trás.Com revestimento high-tech, que filtra da luz o componente vermelho quente. Isto resulta em uma luz halógena mais fria, com uma temperatura de cor de 4.500 K, mais próxima da luz diurna natural. (fonte da descrição OSRAM)

Efeito da Lâmpada Dicróica Cool Blue em um objeto prata. A lâmpada da esquerda é de 3000K (amarelada) e da direita 4500K cool blue (branco). Nesta imagem podemos ver como a luz branca realça o objeto prata.

Halopar 16Potência: 50W, bases GU10 e GZ10, vida mediana de 2.000 horas e temperatura de cor 2.900 K.Esta lâmpada é indicada para luminárias onde não tem possibilidade do uso de transformador, é ligada diretamente na rede.

Halopar 20, 30 e 38.

Estas lâmpadas têm fácil encaixe com a base E27 (de rosca) convencional. Indicadas para iluminação dirigida e de destaque, devido ao controle de facho de luz.

Podem ser usadas em área interna como iluminação de bancada; dentro do box do chuveiro; etc. Ou área externa como jardins em espetos ou up-lights.
Potências de 50W, 75W e 90W, vida útil 2.000 h e temperatura de cor: 3.000 K.

Exemplo de iluminação de jardim, onde pode-se especificar lâmpadas PAR para causar esse efeito. Fonte da Imagem Site DF Paisagismo.

Haloline

Potência entre 100W, 150W, 300W, 500W e 1000W,
base R7s, vida mediana de 2.000 h, temperatura de cor 3.000 K. Também na versão Energy Saver.

É mais conhecida como “palito”,  para uso geral em luminárias para áreas  internas e externas. Ajuda a realçar e enfatizar estrutura, colunas, fachadas, monumentos, lojas e vitrines. É conectada diretamente à rede sem auxílio de transformador. Halógena é muito usada em refletores e luminárias tipo plafon e arandelas que produzem iluminação indireta.

Exemplo de luminária com lâmpada halógena com efeito de luz indireta. Fonte da imagem site La Lampe.

Halostar Energy Saver

Potências de 35W e 65W, base GY6.35, vida mediana de 4000 horas e temperatura de cor 3000 K.

Ideal para uso em lustres, candelabros, luminárias de leitura e luminárias de móveis.

Halopin Energy Saver

Potência de 33W, com Base G9, vida mediana de 2.000 horas e temperatura de cor 2.900 K.

Não necessita de transformador, é uma lâmpada halógena compacta, permite que os designers desenvolvam luminárias pequenas e com uma boa fonte de luz.

AR
A família das AR são as halógenas lâmpadas que deixam o ambiente mais cênico. Muito utilizada em obras de arte como esculturas devido ao facho de luz concentrado. As AR 48 podem as vezes substituir as dicróicas dependendo do efeito que se espera e tem o facho de luz bem concentrado. AR70 são mais usadas em pé-direito comum, enquanto as AR111 tem um bom desempenho em pé-direito alto. Um cuidado especial que temos que ter com essa lâmpada é de não colocar em cima de sofás ou cadeiras onde uma pessoa irá se sentar, pois as AR tem o refletor que joga o facho de luz e a concentração de calor toda para baixo. Todas as AR são 12V, com uso de transformador.

AR 48 e 70.

Potências entre 20W e 50W, bases BA15d e GY4, vida mediana de 1.000 h, 2.000 h e 3.000 horas, temperatura de cor 3000 K.

AR 48 tem angulação de 8graus, AR70 tem de 8 e de 24 graus.

Halospot 111 Energy Saver

Potências de 35W e 65W, base G53, vida mediana de 4.000 horas e temperatura de cor de 3.000 K.

Angulações de 4, 8 e 24graus.

Exemplo de iluminação de destaque na mesa de centro. Para esse efeito a  indicação é uma AR70 de 8 graus. Fonte da imagem site Obravip.

Cuidado especial: Procure não tocar no bulbo das lâmpadas halógenas sem utilização de luvas, pois o contato de gorduras e impurezas da própria pele em seu bulbo pode ocasionar diminuição sua vida útil da lâmpada. Caso ocorra acidentalmente limpe-a com um pano umedecido em álcool.